José, o pai terreno de jesus – um homem de caráter

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2º TRIMESTRE 2017

O CARÁTER CRISTÃO

Moldado pela palavra de Deus e provado como ouro

COMENTARISTA: Elinaldo Renovato

LIÇÃO 12 – JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS – UM HOMEM DE CARÁTER (Mt 1.18-25)

 INTRODUÇÃO

Nesta lição estudaremos sobre um dos mais importantes personagens do NT – José o pai adotivo de Jesus; inicialmente traremos algumas informações detalhadas sobre ele; destacaremos importantes traços do seu caráter que denotam que este homem era um autêntico servo de Deus; e, por fim, pontuaremos que ele foi um excelente exemplo de marido e de pai.

I – INFORMAÇÕES SOBRE JOSÉ

Muito pouco se sabe sobre a vida de José. Seu nome só é mencionado nas narrativas sobre o nascimento de Jesus, em Mateus 1 e 2 e Lucas 1 e 2, bem como na árvore genealógica, em Lucas 3.23. Gardner (1999, p. 382) diz que: “a ausência do nome de José em Mateus 13.55 e João 2.1, passagens onde se esperaria que estivesse presente, implica que ele já havia falecido quando Jesus iniciou seu ministério público ou logo depois (Lc 3.23)”. Abaixo destacaremos algumas informações sobre este personagem:

  • O nome José vem de uma palavra hebraica que significa: “Yahweh acrescentará” ou então “que Yahweh adicionará” (CHAMPLIN, 2004, p. 591). José era um nome comum entre os hebreus (Nm 13.7; Ed 10.42; At 1.23; 4.36). Talvez, este nome foi dado fazendo alusão ao grande patriarca José, o filho de Jacó, já que era comum na cultura hebraica colocar nome nos filhos em homenagem aos antepassados (Lc 1.60,61).
  • Família. O texto bíblico nos informa que José estava noivo de uma moça chamada Maria (Mt 1.18; Lc 1.27) e que ele pertencia à “Casa e família de Davi” (Lc 2.4), a linhagem do Messias (2 Sm 7.12,16). José foi o pai adotivo e não biológico de Jesus (Mt 1.22-25). No entanto, com Maria, após o nascimento de Jesus (Mt 1.25) ele teve filhos, a saber: Tiago, José, Simão, Judas e algumas filhas (Mt 55; Mc 3.31; Lc 8.19; Jo 2.12; 7.3,5,10; At 1.14; Gl 1.19).
  • Profissão. José era um carpinteiro (Mt 13.55), um ofício que provavelmente ensinou a Jesus (Mc 6.33). Os carpinteiros eram operários especializados em José também era um homem de condição humilde. Isto fica claro pelo sacrifício que ofereceu a Deus, na ocasião em que levou Jesus ao templo para ser apresentado ao Senhor (Lv 12.1-8; Lc 2.24).
  • Lugar de origem. Embora fosse da tribo de Judá, da cidade de Belém, José não residia em Judá, pelo contrário, era de Nazaré uma aldeia da Galiléia (Lc 2.4,39), como também o menino Jesus (Lc 4.16). Foi ali que o anjo anunciou a Maria o nascimento do Messias (Lc 1.26-28). Após esta família ter passado algum tempo no Egito, eles voltaram a Nazaré (Lc 4.14). Posteriormente, Jesus ensinou na sinagoga de Nazaré (Mt 13.54; Lc 4.15). A associação de Jesus com a localidade o fez ser conhecido como Nazareno (Mt 2.23; Lc 18.37; 24.19; 22).

II – CARACTERÍSTICAS DO CARÁTER DE JOSÉ

José foi um homem escolhido para uma grande obra: ser o pai adotivo do Messias. Para tal precisava ter um caráter polido, santo, refinado. Vejamos quais as características do caráter de José, segundo a Bíblia:

  • Justo. José é declarado pelas Escrituras como sendo alguém justo (Mt 1.19-a). Tal virtude fica evidente pelas atitudes que tomara diante das circunstâncias que lhe sobrevieram. A expressão “justo” no hebraico é “hasid” que significa: “aquele que é piedoso, religioso, santo, justo”. No grego a expressão é “dikaios”. No Novo Testamento, denota “justo, íntegro”, um estado de estar certo, ter razão ou de conduta correta, julgada quer pelo padrão divino, quer de conformidade com os padrões humanos, do que é direito (VINE, 2005, pp. 163,734 – acréscimo nosso). Os servos de Deus em toda a Bíblia são chamados de justos (Sl 5.12; 11.5; 33.1; 34.17); e, Deus quer que nós O sirvamos em justiça e santidade (Sl 15.1-5; Mq 6.8; 1 Jo 2.29; Ap 11).
  • Prudente. Apenas Maria sabia que estava grávida por uma intervenção sobrenatural, portanto, ao vê-la nessa condição, é dito que José não querendo infamá-la “intentou deixá-la secretamente” (Mt 1.19-b). Aos olhos de José, parecia que Maria havia sido infiel, visto que estava “desposada” ou “noiva” dele (Lc 1.27). Esse compromisso de noivado era tão sério que “se houvesse o rompimento do noivado, tinha que haver o processo de divórcio” (LIMA, 2017, p. 133). A descoberta de que Maria havia engravidado, era o suficiente para que houvesse o pedido de divórcio por José, o que lhe garantiria o ressarcimento do dote e possivelmente o apedrejamento da noiva, por causa da infidelidade (Dt 22.20,21). Todavia, antes de agir José pensou: “E, projetando ele isto […]” (Mt 1.20-a). O Aurélio (2004, p. 1651) define o adjetivo “prudente” como sendo alguém: “moderado, comedido, cauteloso, precavido, sensato”. A Bíblia faz severas exortações a sermos prudentes: (a)  no falar (Pv 14.6; 21.23; 25.15) ;  (b) no andar (Pv 14.15; Ef 5.15);  (c) no agir (Pv 19.11; 22.3;  Mt 7.24; 25.4); e, (d) no pensar (Pv 15.5; 16.20; 10).
  • Obediente. A obediência era um dos traços mais marcantes do caráter de José. Ao ver Maria grávida José intentou deixá-la secretamente, no entanto, quando projetava tomar esta decisão, um anjo do Senhor lhe apareceu, trazendo-lhe uma consoladora mensagem: “José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo” (Mt 1.20). Diante disso, José, foi obediente a voz divina, recebendo Maria como sua esposa (Mt 1.24), e, não teve relações sexuais com ela até que Jesus nasceu (Mt 1.25). Com José, aprendemos que além de escutar a voz de Deus precisamos ouvir, ou seja atender. O verbo “ouvir” no hebraico “shãma” quer dizer “ouvir, dar atenção a, escutar, obedecer, publicar” (VINE, 2002, p. 210 – acréscimo nosso). A obediência é exigida por Deus (Dt 13.4), é essencial à fé (Hb 11.6); resultado para quem dá ouvidos à voz de Deus (Êx 19.5); é um dever que temos diante de Cristo (2 Co 10.5); o evangelho requer obediência (Rm 1.5); consiste em observar os mandamentos de Deus (Ec 13).
  • Temente a Deus. José demonstrou com suas atitudes, ser um judeu que temia ao Senhor, servindo a Deus com a sua família. A lei exigia que os homens judeus fossem a três celebrações em Jerusalém todos os anos (Dt 16.16,17). O registro bíblico diz que ele e Maria subiam anualmente a Jerusalém para a celebração da Páscoa como de costume (Lc 2.41) . Como podemos ver o temor sempre está ligado há uma vida de comunhão e obediência a Deus (Pv 8.13; 16.6; 22.4); é uma atitude que devemos manter com constância (Dt 14.23; Sl 2.11; 86.11; Pv 23.17); devemos ensinar aos outros o temor a Deus (Sl 34.11); e, quem teme a Deus tem vários benefícios (Pv 15.16; 19.23; Ec 12,13).
  • Sensível a voz divina. José caracteriza-se também por ser um homem sensível a voz divina. Ele ouviu e atendeu orientação divina quando intentou deixar Maria secretamente (Mt 1.20-24); também na ocasião em que Herodes enfurecido mandou que matassem todas as crianças de Belém de dois anos para baixo, Deus lhe falou em sonhos dizendo: “Levanta- te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga; porque Herodes há de procurar o menino para o matar” (Lc 2.13). Ele não hesitou, antes obedeceu a Deus (Mt 2.14); José ainda ouviu e se inclinou a direção divina, quando Deus o mandou retornar a Israel, porque Herodes já estava morto (Mt 2.19-21); e, por fim, quanto voltava do Egito intentou ir morar na Judeia, mas o Senhor lhe orientou ir para a Galiléia, habitar em Nazaré (Mt 22,23).

III – JOSÉ, UM EXEMPLO DE MARIDO E DE PAI

José não destaca-se na Bíblia apenas como um servo de Deus, mas também como um marido amoroso e um pai dedicado. Aprendemos com isso que, o nosso relacionamento com Deus, deve resultar em um estilo de vida que produza um relacionamento saudável com o próximo (Mt 22.37,39). Abaixo veremos como José foi um exemplo de esposo e pai:

  • Exemplo de esposo. Em toda narrativa neotestamentária observamos as atitudes de José que denotam que ele era um bom marido para sua esposa. Vejamos:
    1. Quando viu Maria grávida não a acusou de fornicação, porque não queria infamá-la (Mt 19);
    2. Após descobrir que o que na sua esposa estava gerado era do Espírito Santo, ela a recebeu (Mt 20,24);
    3. Todas as vezes que se menciona Maria se diz que José está junto, pois era um esposo presente (Lc 4,5,16,33,41);
    4. Trabalhava para sustentar seu lar (Mt 13.55; Mc 33).
  • Exemplo de pai. Champlin (2004, p. 13) nos diz que: “em Israel, o pai da família era o principal mestre de sua família e precisava levar a sério os seus deveres. Suas instruções incluíam tanto alguma profissão como a educação religiosa (Dt 4.9; 6.7; 31.13; Pv 22.6; Is 28.9)”. Deus concedeu a José uma missão muito mais elevada – ser o pai adotivo de Jesus, “o Filho do Altíssimo” (Lc 1.32). Pela narrativa dos evangelhos observamos que José foi um pai dedicado. Vejamos:
    1. José levou Jesus ao templo para a circuncisão no oitavo dia (Lc 21);
    2. Nesta mesma ocasião deu o nome a criança conforme orientação dada pelo anjo (Mt 21);
    3. Levou a Jerusalém, junto com Maria, para as cerimônias da purificação (Lc 22);
    4. Conduzia Jesus anualmente a Jerusalém para a comemoração das festas: “todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa” (Lc 41);
    5. Aos doze anos, Jesus foi encaminhado por José para fazer o “Bar Mitzvah”, que é traduzido como “Filho do Mandamento” (Lc 2.42), uma “cerimônia judaica onde aos doze anos, o menino tornava-se diretamente responsável pela obediência à Lei, incluindo suas ordenanças e festividades prescritas (CHAMPLIN, 2014, 48);
    6. Quando soube pelo anjo do Senhor que Herodes iria tentar matar o menino, José o protegeu, refugiando-se no Egito como havia sido orientado (Mt 13-15).

CONCLUSÃO

Observamos no caráter de José que ele fez jus a escolha de Deus de incumbi-lo de uma grande tarefa – ser o pai adotivo de Jesus, o Salvador do mundo. Tal missão, este nobre servo cumpriu, sob a graça de Deus, com muita dedicação, temor e amor. Portanto, para todos nós ele é um modelo de como devemos ser comprometidos com a vontade divina.

REFERÊNCIAS

  • CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia.
  • FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa.
  • GARDNER, Paul. Quem é quem na Bíblia.
  • LIMA, Elinaldo R. de. O Caráter do Cristão.
  • STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.
  • VINE, W.E et al. Dicionário Vine. CPAD.

Fonte: http://www.adlimoeirope.com

Sabedoria Divina para tomada de decisões

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4º TRIMESTRE 2016

O DEUS DE TODA PROVISÃO

Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às Crises

COMENTARISTA: Pr. Elienai Cabral

LIÇÃO 12 – SABEDORIA DIVINA PARA TOMADA DE DECISÕES – (I Re 4.29-34)

INTRODUÇÃO

Veremos nesta lição a definição da palavra sabedoria; estudaremos algumas informações sobre o rei Salomão pontuando aspectos da sua habilidade; veremos exemplos de sabedoria em alguns personagens bíblicos; analisaremos o ensino bíblico sobre a busca do saber; e por fim, concluiremos citando os dois tipos de sabedoria, a terrena e a celestial.

I – DEFINIÇÃO DO TERMO SABEDORIA

1.1 Definição de Sabedoria. O termo grego para sabedoria é “sophia” e significa: “habilidade nas questões da vida”, “sabedoria prática”, “administração sábia e sensata” ou “uso correto do conhecimento” (Lc 21.15; At 6.3; 7.10; Cl 1.28; 3.16; 4.5). A sabedoria é a capacidade espiritual de ver e avaliar nossa vida e conduta do ponto de vista de Deus. Inclui fazer escolhas acertadas e praticar as coisas certas de conformidade com a Palavra de Deus e na direção do Espírito Santo (STAMPS, 1995, p. 1926). Ter sabedoria é pensar bem e agir bem em qualquer empreendimento realizado, seja secular ou espiritual (CHAMPLIN, 2004, p. 7). A Bíblia diz que a sabedoria é: a) um atributo divino (1Rs 3.28; Dn 2.20; Sl 104.24; Rm 11.33); b) uma dádiva de Deus (Dt 34.9; Ed 7.25; Pv 2.6,7); c) o temor do Senhor (Jó 28.28; Sl 111.10; Pv 9.10); d) é dada por Deus (Sl 19.7; 119.98; Pv 8.33; Cl 3.16); e) somos exortados a buscá-la (Pv 4.5,7; 23.23; Tg 1.5); e, f) é mais valiosa que pedras preciosas (Pv 8.11; 16.16).

II – O REI SALOMÃO

2.1 O rei Salomão. Era filho do rei Davi e o seu nome foi escolhido pelo próprio Deus (1Cr 22.9), e aparece na genealogia de Jesus (Mt 1.6,7). É mencionado quase trezentas vezes no AT e uma dúzia de vezes no NT. É citado como um exemplo de esplendor (Mt 6.29; Lc 12.27), e de sabedoria (Mt 12.42; Lc 11.31), e reinou em Israel durante quarenta anos (1Rs 11.42). É identificado também como o construtor do templo (At 7.47), e uma das colunas do templo recebeu seu nome (Jo 10.23; At 3.11; 5.12). Salomão passou sete anos construindo o templo de Deus, e treze anos construindo seus palácios para si mesmo (1Rs 6.37 até 7.1). Construiu uma casa em Jerusalém para sua esposa egípcia, a filha do Faraó (2Cr 8.11). Edificou ainda cidades para servir de celeiro em locais estratégicos (1Rs 9.15-19; 2Cr 8.1-6). O esplendor dessas construções era motivo de admiração para os visitantes do reino (1Rs 10.4-7) (WIERSBE, 2010, p. 401).

2.2 O significado do seu nome. Salomão vem do termo hebraico “shalom”, que significa “paz”, e, durante seu reinado, Israel teve paz com seus vizinhos (1Rs 5.1-10). Seu pai, Davi, havia arriscado a vida no campo de batalha e derrotado as nações inimigas a fim de tomar suas terras para Israel, mas Salomão usou uma abordagem diferente em relação a diplomacia internacional. Fez tratados de paz com outros governantes casando-se com suas filhas, o que ajuda a explicar o fato de ele ter setecentas esposas princesas bem como trezentas concubinas (1Rs 11.3). No entanto, a lei de Moisés advertia que os reis de Israel não deveriam multiplicar esposas para si (Dt 17.14-20) (WIERSBE, 2010, p. 401).

III – A SABEDORIA DO REI SALOMÃO

Sem dúvida, uma das grandes virtudes do rei Salomão foi sua sabedoria. Quando o Senhor lhe apareceu em Gibeão e lhe disse: “pede-me o que queres que eu te dê” (1Rs 3.5) ele respondeu: “A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?”. Esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor, e Ele lhe deu não apenas sabedoria, mas, também, riqueza e glória (1Rs 3.1-12). A oração de Salomão foi curta, direta e proferida com humildade, pois três vezes se referiu a si mesmo como “teu servo” (1Rs 3.6-9). É provável que, nessa época, Salomão tivesse cerca de 20 anos de idade. Referiu-se a si mesmo como “uma criança” (1Cr 22.5; 29.1).

3.1 Salomão sentiu o peso da responsabilidade de governar um povo. Por esse motivo, não pediu riqueza ou outra coisa que lhe trouxesse vantagens pessoais. Ele pediu sabedoria para governar com justiça. O rei Salomão compôs três mil provérbios e mil e cinco cânticos (1Rs 4.31,32), e é autor de três livros: Provérbios, Eclesiastes e Cantares. As Escrituras afirmam que pessoas de todas as nações vinham a Jerusalém para ouvir suas palavras de sabedoria (1Rs 4.34; 10.6,7). Salomão buscou, em Deus, sabedoria para reinar (RICHARDS, 2010, p. 223).

3.2 Salomão pediu a Deus a verdadeira sabedoria e não simplesmente inteligência. O texto bíblico destaca que Salomão “falou das árvores, desde o cedro que está no Líbano até ao hissopo que nasce na parede; também falou dos animais, e das aves, e dos répteis, e dos peixes. E vinham de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria” (1Rs 4.33,34). De onde vinha tanta sabedoria? O texto bíblico revela que Salomão orou pedindo a Deus sabedoria (1Rs 3.9), e que o Senhor respondeu-lhe integralmente (1Rs 3.10-12). Esta é a fonte da sabedoria de Salomão e explica o porquê de ninguém conseguir superá-la.

IV – ALGUNS EXEMPLOS DE SABEDORIA NA BÍBLIA 

A sabedoria é o reconhecimento que tudo que temos e somos vem do Senhor: “[…] porque dele é a sabedoria e a força […] ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos” (Dn 2.20,21). A Bíblia registra diversos exemplos de pessoas que usaram a sabedoria. Vejamos alguns: a) Abigail. Sua sabedoria fez com que Davi poupasse a sua vida e de sua família (1Sm 25.1-35); b) A mulher anônima. Sua sabedoria fez com que Joabe poupasse uma cidade (2Sm 20.15-22); c) O sábio anônimo. Com sua sabedoria ele livrou a sua cidade de um grande e poderosos exército  (Ec 9.14,15); d) Daniel. Ele era mais sábio do que todos em Babilônia; mas, atribuía sua sabedoria a Deus (Dn 1.17-20; 2.23-30); e) Jesus. Sua sabedoria causava admiração em todos que lhe ouviam (Mt 13.54; Mc 6.2); e, f) Paulo. Pregou e ensinou de acordo com a sabedoria de Deus (1Co 2.6,7; 2Pe 3.15).

V – O ENSINO BÍBLICO SOBRE A BUSCA DA SABEDORIA

5.1 Precisamos desejar a sabedoria (Tg 1.5,6). O desejo de Deus é que andemos em sabedoria (Cl 1.9,28). O apóstolo Tiago ensina que a única maneira de alcançá-la é pedindo a Ele (Tg 1.5). Por isso, sempre que precisarmos de sabedoria devemos recorrer a Ele, que é a fonte de toda sabedoria (Dn 2.20; Rm 11.33; Tg 1.17). É interessante observar que o termo grego para pedir neste texto é “aiteõ” e tem o sentido de “implorar”, “desejar ardentemente”, ou seja, devemos recorrer a Deus pedindo-lhe sabedoria, tendo ardente desejo no coração, pois, ela é concedida a pessoas que reconhecem o seu valor e a buscam com diligência (Pv 4.5-7; 8.17).

5.2 Precisamos pedir a sabedoria (2Cr 1.10; 1Rs 3.8). O apóstolo ensina ainda que Deus tem prazer em dar sabedoria. Ele dá liberalmente, ou seja, sem limites ou reservas (Êx 28.3; 31.3,6; 35.31; Dt 34.9; I Rs 3.28; 5.12; Ed 7.25; Pv 2.6).  “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).

5.3 Precisamos procurar a sabedoria (Pv 2:4-5). O maior exemplo bíblico pela busca da sabedoria é o do rei Salomão, que diante da grande responsabilidade de reinar sobre todo o povo de Israel, não hesitou em pedir um coração sábio e entendido (1Rs 3.7-9). O Senhor, então, lhe deu sabedoria, mais do que a todos os homens (1Rs 3.10-14; 4.29,30,34; 10.24; 1Cr 1.10-12). E, mesmo quando o rei pecou, Deus não lançou-lhe em rosto a sabedoria que lhe havia dado (1Rs 11.1-13). O verdadeiro tesouro não está exposto e não é tão fácil de se conseguir. Ele está escondido esperando para ser descoberto (Pv 2.6).

VI – DOIS TIPOS DE SABEDORIA

A sabedoria que vem de Deus, e o apóstolo Tiago fala desta sabedoria que vem do alto para distingui-la da humana de origem terrena e má (Tg 3.13-17). Irrefutavelmente, a sabedoria que vem de Deus é o meio pelo qual o homem alcança o discernimento da boa, agradável e perfeita vontade divina (Pv 2.10-19; 3.1-8,13-15; 9.1-6; Rm 12.1,2). Sem esta sabedoria, o ser humano vive à mercê de suas próprias iniciativas, dominado por suas emoções, sujeitando-se aos mais drásticos efeitos das suas reações. Vejamos a diferença entre a sabedoria terrena e a divina:

6.1 A sabedoria que é de baixo (Tg 3.15). Esta sabedoria não procede de Deus e possui três características principais. Vejamos: a) terrena: É a sabedoria deste mundo, em contraste com a que procede do céu (Jo 3.12; I Co 1.20,21; Tg 1.5). É uma sabedoria limitada, egocêntrica, como a dos inimigos da cruz de Cristo, que só pensam nas coisas terrenas (Fp 3.19); b) animal: É uma sabedoria totalmente à parte do Espírito de Deus; e c) diabólica: Essa foi a sabedoria usada pela serpente para enganar Eva, induzindo-a a querer ser igual a Deus e fazendo-a descrer de Deus para crer nas mentiras do diabo (Gn 3.1-5).

6.2 A sabedoria que é do alto (Tg 3.17). A verdadeira sabedoria vem de Deus (Tg 1.5; 17). Essa sabedoria está em Cristo  (1Co 1.30; Cl 2.3). Essa sabedoria está na Palavra, visto que ela nos torna sábios para a salvação (2Tm 3.15). Ela nos é dada como resposta de oração (Ef 1.17; Tg 1.5). Podemos ver algumas características desta sabedoria: a) Ela é pura: A sabedoria que vem do alto não pode conduzir o homem ao pecado e impureza (Pv 2.7; 4.11); b) Ela é pacífica: A sabedoria divina não é contenciosa, nem facciosa (Pv 3.17; Mt 5.9; Tg 3.14); c) Ela é moderada. A sabedoria do alto trata de não criar conflitos; d) Ela é tratável: Essa sabedoria faz uma pessoa comunicável e de fácil acesso (Fp 3.7); e) Ela é cheia de misericórdia: A verdadeira sabedoria produz profundo sentimento de misericórdia no homem (Rm 12.30; Cl 2.12); e f) Ela é justa e sem parcialidade. Quando a temos julgamos conforme a verdade (1Rs 3.16-28).

CONCLUSÃO

Podemos entender que Deus dá inteligência aos homens para que estes possam analisar as situações da vida e tirar delas conclusões que servirão para si mesmos e para outras pessoas, em forma de conselhos e advertências, como ocorreu na vida de Salomão. Ninguém pode ser considerado sábio se os seus conselhos não revelarem princípios do saber divino. O sábio não se caracteriza apenas por ter muita informação ou inteligência, mas é alguém que aprendeu o temor do Senhor como a base de toda sua vida e, por isso, sabe viver e conviver (Tg 3.13-18).

REFERÊNCIAS

  • STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.  CPAD.
  • ELLISEN, Stanley. Conheça Melhor o Antigo Testamento. VIDA.
  • CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.

Fonte: https://ieadpe.org.br/

Tema a Deus em todo tempo

        

sabedQUARTO TRIMESTRE DE 2013ensinador

SABEDORIA DE DEUS PARA UMA VIDA VITOROSA

COMENTARISTA: JOSE GONÇALVES

envelhecer

 LIÇÃO 13 – TEMA A DEUS EM TODO TEMPO – (Ec 12.1-8)

INTRODUÇÃO

“De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Ec 12.13,14). Foi com estas palavras que o sábio Salomão conclui o livro de Eclesiastes. Depois de buscar sentido para a vida no prazer, no vinho, em obras magníficas, em joias preciosas, e nos bens terrenos (Ec 2.1-10), ele conclui que o verdadeiro sentido da vida é temer a Deus e guardar os seus mandamentos. Nesta última lição do trimestre, estudaremos os sábios conselhos do rei Salomão acerca do preparo para a chegada da velhice e da morte, e também sobre o significado de temor do Senhor e sobre os mandamentos divinos.

I – DEVEMOS NOS PREPARAR PARA A VELHICE E PARA A MORTE

Em Ec 12.1-8 Salomão aconselha que o homem deve, desde a sua juventude, lembrar-se de Deus, o Criador, pois, a velhice e a morte são inevitáveis. Vejamos:

1.1 “Lembra-te do teu Criador…” (Ec 3.1a). O termo hebraico para a palavra lembra-te é zãkhar e significa: “lembrar”, “recordar”, “pensar a respeito” e “ser lembrado”. “Lembrar-se” na Bíblia subentende ação. Por exemplo: Quando Deus lembrou-se de Noé, Abraão e Ana, interviu em suas vidas para o seu bem (Gn 8.1-6; 19.29; I Sm 1.19). Por isso, lembrar-se do Criador implica em agir de acordo com os seus mandamentos (Ec 12.13; I Jo 2.4; 3.24), pois foi Ele que nos fez, e dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas (Gn 1.26; At 17.24-26; Hb 11.3).

1.2 “… nos dias da tua mocidade…” (Ec 3.1b). Embora todos os homens devam lembrar-se do Criador, e não apenas os jovens; o sábio Salomão exorta, principalmente a juventude, porque nesta fase da vida é comum surgirem tentações que giram em torno da busca pelo prazer e satisfação pessoal, que podem levar o jovem ao esquecimento de Deus (Ec 11.9,10; Mt 19.16-22; Lc 15.11-15,30; II Tm 2.22).

1.3 “… antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento” (Ec 3.1c). Os maus dias, neste texto, referem-se ao cansaço e a fadiga da velhice, quando o homem perde o vigor físico, e os sentidos (audição, visão, paladar, tato e olfato) já não atuam como antes, como podemos ver nos versículos seguintes.

1.4 “Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas…” (Ec 12.2). Na Bíblia Viva, o texto diz: “Os seus olhos ficarão tão fracos que não poderão perceber a luz do sol, da lua e das estrelas…”. O que significa dizer que Salomão não estava se referindo a fenômenos que ocorrerão nos astros celestes, e sim, a uma característica da velhice, onde é comum ocorrer limitações e deficiência visual. Portanto, não é o sol, a lua e as estrelas que escurecerão, e sim, a visão, que ao chegar a velhice, já não é perfeita, como ocorreu com Isaque, Jacó, o sacerdote Eli e o profeta Aías, que já não podiam ver, por conta da idade avançada (Gn 27.1; 48.10; I Sm 3.2; 4.15; I Rs 14.4).

1.5 “No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas” (Ec 12.3). Metaforicamente, neste texto, a casa é o corpo; os guardas são os braços; os homens fortes são as pernas; os moedores são os dentes; e, as janelas são os olhos. Em outras palavras, Salomão estava dizendo: “No dia em que teus braços começarem a tremer, e as tuas pernas se tornarem fracas, e teus dentes já não puderem mastigar e os teus olhos estiverem cansados”. Na verdade, tudo isto acontece na velhice!

1.6 “E as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem” (Ec 12.4). As duas portas da rua refere-se aos lábios (Ec 12.4 ARA) que, por falta dos dentes, o barulho da mastigação diminui e já não se pode falar em voz alta. Quanto ao “levantar-se à voz das aves” tem o sentido de acordar mais cedo, ter pouco sono. As vozes também diminuirão, pois, até as cordas vocais, com a idade, perdem a força, e a voz pode perder o timbre ou enfraquecer.

1.7 “Como também quando temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça” (Ec 12.5). Neste texto, o sábio lembra diversas experiências da velhice: (1) É comum o medo de altura, pois, com os ossos fragilizados, os velhos são mais cautelosos e temem subir em lugares altos; (2) Também, nessa época, surgem os “espantos no caminho”, ou seja, os temores da vida; (3) Quanto ao “florescer da amendoeira” representa as cãs da pessoa idosa (Gn 42.38; 44.29; Pv 16.31; 20.29), pois, a amendoeira, no Oriente, floresce quando as outras árvores não tem flor. Depois, ela fica branca, pois suas flores são alvas, enquanto as outras árvores ficam escuras, com a folhagem verde; (4) O gafanhoto torna-se um peso quando não há mais disposição para um novo plantio, principalmente, para quem já não tem mais apetite; (5) Ir a casa eterna fala da morte física, que todos estão sujeitos (Gn 3.19; Dt 31.16; Sl 115.17; Jo 11.11; At 5.10; II Co 5.1; II Pe 1.14; Tg 2.26).

1.8 “Antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec 12.6,7). Este texto faz menção a tricotomia do homem, ou seja, corpo, alma e espírito (I Ts 5.23). A cadeia de prata refere-se a alma, a sede das emoções (Gn 2.7; Sl 42.5; 86.4; Ct 1.7; Mc 14.34; Jo 12.27); o copo de ouro diz respeito ao espírito humano que, juntamente com a alma, forma o homem interior (Nm 16.22; Sl 51.10; Jo 4.22,23; Rm 1.9; I Co 14.14,15; II Co 7.1); e, o cântaro “de barro”, é uma alusão ao corpo, que é a parte material do homem (Sl 139.13-16; Rm 6.12-14; 7.24; I Co 6.19,20; II Co 4.14-16; 5.1). O sábio diz ainda que o pó volta à terra, ou seja, o corpo, depois da morte volta ao pó (Gn 3.19) e o espírito volta para o controle de Deus (Lc 16.22).

II – O TEMOR DO SENHOR

O termo hebraico para a palavra teme em (Ec 12.13) é “yare”, que significa: “temer”, “reverenciar” ou “respeitar”, e comumente se refere ao temor do Senhor, como em (Pv 1.7) onde o sábio diz que “O temor do Senhor é o princípio da ciência”. Logo, temer a Deus significa honrar e respeitar a Sua autoridade e senhorio. Vejamos alguns exemplos:

  • Este temor foi demonstrado quando Abraão se prontificou para oferecer seu filho Isaque em holocausto ao Senhor (Gn 22.12);
  •  O temor a Deus é ordenado e inspirado pela santidade divina (Dt 13.4; Sl 22.23; Ap 15.4);
  •  As parteiras de Faraó, temendo a Deus, não mataram os meninos recém-nascidos (Êx 1.17,21);
  •  Aqueles que temem a Deus são fieis aos Seus mandamentos, pois este temor faz com que eles vivam de acordo com os princípios divinos (Êx 18.21; Dt 6.2);
  • O Senhor Deus deveria ser temido por Israel, seu povo (Lv 19.30; 26.2; Js 24.14; I Rs 18.3,12; Jr 26.19);
  •  Um exemplo inverso: Israel foi destruído pela Assíria porque temia e adorava a outros deuses (Jz 6.10; II Rs 17.7,35).

III – OS MANDAMENTOS DIVINOS

Guardar os mandamentos divinos é a segunda recomendação de Salomão em (Ec 12.3). A palavra guardar, do hebraico “sãmar” tem o sentido de “cuidar”, “observar”, “preservar” e “zelar”. O termo é aplicado a Israel, que deveria observar as leis do Senhor para cumpri-las (Dt 4.6; 5.1) e guardar o caminho do Senhor para andar nele (Gn 17.9; 18.19). Já o termo hebraico para mandamentos é “miswãh” e significa “mandamento”, “ordem”, “lei”, “ordenança” ou “preceito”. A palavra pode ser aplicada aos decretos emitidos por um ser humano, como um rei (I Rs 2.43; Et 3.3; Pv 6.20; Is 36.21; Jr 15.18); e também pode estar relacionada com um conjunto geral de preceitos humanos (Is 29.13) ou um conjunto de ensinamentos (Pv 2.1; 3.1). Mas, é aplicada, principalmente, aos mandamentos divinos, como veremos a seguir:

  • No singular, pode referir-se a um determinado mandamento (I Rs 13.21); mas, aparece mais frequentemente no plural, para designar todo o conjunto da lei divina e sua instrução (Gn 26.5; Êx 16.28; Dt 6.2; I Rs 2.3);
  • O Senhor disse que se os hebreus inclinassem os seus ouvidos aos Seus mandamentos, e guardassem todos os seus estatutos, Ele não enviaria nenhuma das enfermidades que pôs sobre o Egito (Êx 15.26);
  • Israel seria abençoado se guardasse os mandamentos divinos (Lv 26.3-13; Dt 28.1-14); mas, seriam amaldiçoados, se não os observassem (Lv 26.14-46; Dt 28.15-68);
  • Guardar os mandamentos divinos resulta em longevidade (Dt 4.40; 5.16; Ef 6.1-3);
  • O Senhor é misericordioso com aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos (Dt 5.10; 7.9);
  • Os israelitas, muitas vezes, transgrediram os mandamentos do Senhor (Jz 2.17; I Rs 9.6; 18.18; Dn 9.5);
  • Bem-aventurado é aquele que tem prazer nos mandamentos do Senhor (Sl 112.1; 128.1);
  • Jesus repreendeu os escribas e fariseus, porque eles, por causa da tradição dos anciãos, invalidavam os mandamentos divinos (Mt 15.1-20; Mc 7.1-23).

CONCLUSÃO

O propósito de Salomão ao escrever o livro de Eclesiastes foi compartilhar com o próximo, especialmente os jovens, sua experiência pessoal, para que outros não cometam os mesmos erros que ele cometera, que foi buscar sentido para a vida nos prazeres e nas conquistas pessoais. Por isso, ele conclui o livro advertindo que todos devem se preparar para a velhice e para a morte, bem como, sobre o dever de lembrar-se do Criador nos dias da mocidade, temer a Deus e guardar os seus mandamentos.

REFERÊNCIAS

  • ALMEIDA, João Ferreira de. Bíblia de Estudo Palavras Chave. CPAD.
  • STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
  • MELO, Joel Leitão de. Eclesiastes versículo por versículo. CPAD.
  • CHAMPLIN, R.N. O Antigo Testamento Versículo por Versículo. HAGNOS.

Fonte: Rede Brasil

Próxima revista 1.º trimestre 2014: Todo o conteúdo do livro será estudado em 13 lições comentadas pelo Pr. Antonio Gilberto e descritas abaixo:LBA 1trim 2014

Lição 1 – O livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito
Lição 2 – Um Libertador para Israel
Lição 3 – As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Faraó
Lição 4 – A Celebração da Primeira Pascoa
Lição 5 – A Travessia do Mar Vermelho
Lição 6 – A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai
Lição 7 – Os Dez Mandamentos do SENHOR
Lição 8 – Moisés – Sua Liderança e Seus Auxiliares
Lição 9 – Um Lugar de Adoração a DEUS no Deserto
Lição 10 – As Leis Civis Entregues por Moisés aos Israelitas
Lição 11 – DEUS Escolheu Arão e Seus Filhos para o Sacerdócio
Lição 12 – A Consagração dos Sacerdotes
Lição 13 – O Legado de Moisés