A pecaminosidade humana e a sua restauração a Deus

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3º TRIMESTRE 2017

A RAZÃO DA NOSSA FÉ

Assim cremos, assim vivemos

COMENTARISTA: Ezequias Soares

LIÇÃO Nº 6 – A PECAMINOSIDADE HUMANA E A SUA RESTAURAÇÃO A DEUS

INTRODUÇÃO

Nesta lição veremos a origem do pecado à luz da Bíblia no mundo espiritual e físico; falaremos sobre o pecado herdado, onde será pontuado que ele afetou todo o ser do homem, mas não destruiu completamente a imagem de Deus, e nem anulou a capacidade de escolha humana; estudaremos que a salvação é uma iniciativa divina, mas, exige a responsabilidade do homem, e que ela está acessível a todos sem distinção. E por fim, relataremos algumas bençãos provenientes da restauração a Deus com sendo a paz com Ele, o acesso ao pai e a filiação divina.

I – A ORIGEM DO PECADO À LUZ DA BÍBLIA

A palavra hebraica “hatah” e a grega “hamartia” originalmente significam: “errar o alvo, falhar no dever” (Rm 3.23).

Existem outras várias designações bíblicas para o pecado, muito mais do que há para o bem. Cada palavra apresenta a sua contribuição para formar a descrição completa desta ação horrenda contra um Deus santo. Em um sentido básico pecado é: “a falta de conformidade com a lei moral de Deus, quer em ato, disposição ou estado” (CHAVES, 2015, p. 128). Quanto a origem do pecado, devemos fazer algumas considerações:

1.1 Deus não é o autor do pecado. Precisamos destacar que de modo algum Deus pode ser responsabilizado pela entrada do pecado no universo. Atribuir a culpa a Deus, torna-se uma blasfêmia contra o seu caráter moral, que é absolutamente perfeito (Dt 32.4; 2Sm 22.31; Jó 34.10; Sl 18.30), sendo um erro gravíssimo afirmar como fazem alguns, que o Senhor decretou o pecado.

Pois afirma Tiago: “Ninguém ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (Tg 1.13-ARA).

1.2 O pecado no mundo espiritual. De acordo com a Bíblia um número incontável de anjos foram criados por Deus (Hb 12.22), e estes eram bons por natureza, assim como tudo o que Senhor criou (Gn 1.31). Mas ocorreu uma Queda no mundo angélico, no qual, vários anjos se apartaram de Deus (Jd 6). Pouco se diz sobre o que ocasionou essa Queda, mas pelo que encontramos em alguns textos, podemos concluir que foi o orgulho e a cobiça de desejar ser semelhante a Deus, fez com que Lúcifer ( nome tradicional dado a este arcanjo tirado de Is 14.12, da expressão ‘estrela da manhã’, na tradução latina da Bíblia – Vulgata Latina) fosse banido e destinado ao inferno (1Tm 3.6; Is 14.11-23; Ez 28.11-19). Como alguém acertadamente ressalta: “Deus criou Lúcifer, mas, Lúcifer fez-se Satanás” (CHAVES, 2015, p. 133).

3 O pecado no mundo físico. No que diz respeito à origem do pecado na história da humanidade, a Bíblia nos informa que se deu pelo ato deliberado, perfeitamente voluntário de Adão e Eva (Gn 3; Rm 5.12,19). Sobre a causa que levou ao pecado, diz Geisler: “[…] Deus não fez com que Adão pecasse, pois, como já analisamos, Deus não pode pecar, nem tentar ninguém nessa direção. Tampouco Satanás fez com que Adão pecasse, pois o tentador fez somente aquilo que o seu nome sugere, ele não o forçou, nem fez nada no seu lugar […] Deus criou criaturas livres, e se é bom que sejamos livres, então a origem do mal é o mau-uso da liberdade” (2010, p. 70,75). A resposta real é que Adão pecou porque escolheu pecar. No entanto, não se pode afirmar que Satanás não teve nenhuma participação na Queda do homem, tanto é que, ele também foi alvo da punição divina porque teve sua participação (Gn 3.14,15).

II – O PECADO NO HOMEM

Tudo o que Deus criou, o fez perfeitamente (Gn 1.31; Ec 7.9). Contudo, por causa do mal uso do livre-arbítrio, o pecado teve o seu lugar na humanidade, manchando (não destruindo) a imagem de Deus (imago Dei) no homem. Sobre alguns efeitos ou consequências do pecado no homem, podemos destacar:

2.1 O pecado herdado. Uma controvérsia gerada no século V, foi a que a raça humana não teria sido afetada pela transgressão de Adão, ou seja, que o homem não herda o pecado original de seu primeiro pai. No entanto, o que a Bíblia afirma é que, pelo fato de Adão ser o cabeça e o representante de toda a raça humana, seu pecado afetou a todos (Rm 3.23; 5.12-19), por isso que todos possuímos a “natureza pecaminosa”, herança que recebemos de nossos pais Adão e Eva (Rm 6.6,12, 19; 7.5,18; 2 Co 1.17; Gl 5.13; Ef 2.3; Cl 2.11,18), dessa forma todos somos por natureza, culpados diante de Deus (Ef 2.1-3). Até um bebê recém-nascido (Sl 51.5), antes mesmo de cometer o seu primeiro pecado, já é pecador (Sl 58.3; Pv 22.15); no entanto, as crianças apesar de nascerem com natureza pecaminosa ainda não conhecem experimentalmente o pecado. Elas não são responsabilizadas por seus atos antes de terem condições morais e intelectuais para discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado (Is 7.15; Jn 4.11; Rm 9.11). O sacrifício de Jesus proveu salvação a todas as pessoas, até mesmo às crianças que falecerem na fase da inocência (SOARES, 2017, p. 92 – grifo nosso).

2.2 O pecado afetou todo o ser do homem. O pecado no homem não é meramente um hábito adquirido, ele é uma inclinação natural do ser humano, ninguém precisa ser ensinado a pecar, mas, o faz naturalmente (Rm 3.10; Gl 5.19-21; Ef 2.3). A relação com Deus e com o próximo foram afetadas pelo pecado (Gn 3.7-10), além de trazer a morte física, espiritual, e eterna (Gn 2.16,17; Rm 6.23; Ef 2.1-3; Ap 20.14,15). Os efeitos do pecado nos seres humanos são vastos, afetando-os em toda sua extensão, ou seja, estendendo-se a todas as dimensões do seu ser; isso significa que nada há no ser humano que não tenha sido contaminado pelo pecado, da cabeça à planta do pé (Is 1.5,6)” (SOARES, 2017, p. 90).

2.3 O pecado não destruiu a imagem de Deus. Embora o homem tenha sido afetado extensivamente pelo pecado, isto não significa dizer que a imagem de Deus no homem tenha sido destruída completamente (Rm 2.12-14). Encontramos um mandamento para não amaldiçoar outras pessoas, pois elas também foram criadas a imagem de Deus, e isto seria o mesmo que amaldiçoar a representação do próprio Deus (Tg 3.9,10) (GEISLER, 2010, p. 125).

2.4 O pecado não anulou a capacidade de escolha. Embora tenha pecado e se tornado espiritualmente morto (Gn 2.17; Ef 2.1), passando a ter a natureza pecaminosa (Ef 2.3), Adão não perdeu totalmente a capacidade de ouvir a voz de Deus e também de responder (Gn 3.9-10); a imagem de Deus, que inclui o livre arbítrio permanece nos seres humanos. As Escrituras afirmam claramente que mesmo o homem tendo sua volição (vontade) afetada pelo pecado, não foi anulada (Dt 30.19; Js 24.15; Rm 1.18-20; 2.14,15).

III – A RESTAURAÇÃO DO HOMEM A DEUS

Devido à pecaminosidade do homem, este estava destinado a condenação eterna (Jo 3.18; Rm 3.23; Ef 2.3). Mas, apesar dessa condição, Deus por sua graça e misericórdia (Ef 2.4,5) estabeleceu um projeto salvífico para restaurar o homem (Jo 3.16).

Segundo Houaiss, restauração é: “ato ou efeito de restaurar; conserto de coisa desgastada pelo uso; recomposição de algo”(2001, p. 2442). Vejamos algumas verdades sobre a restauração do homem a Deus:

3.1 Uma iniciativa divina. O projeto de restauração do homem, tem como fonte a pessoa de Deus (Is 45.22; Jn 2.9; Tt 2.11). Na condição de pecador, o homem jamais por si só produziria a sua salvação (Rm 3.10,11; Tt 3.5), por essa razão vemos partindo sempre de Deus a iniciativa de restauração humana (Gn 3.9;15,21). A Bíblia diz que “Deus amou”; “Deus deu”; “Deus enviou” (Jo 3.16). Paulo diz ainda que “[…] a graça de Deus se manifestou […] (Tt 2.11); e que: “tudo isto provém de Deus” (2Co 5.18-a); e ainda: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo […]” (2Co 5.19).

3.2 Exige a responsabilidade humana. No plano da salvação, Deus em sua soberania incluiu a responsabilidade do homem em crer no seu Filho (Mc 16.15,16; Jo 3.16-18; Rm 10.11-14). De acordo com Hunt: “há uma confusão que surge por meio da falha em reconhecer a distinção óbvia entre a incapacidade do homem de fazer qualquer coisa para sua salvação (o que é bíblico) e uma suposta incapacidade de crer no evangelho (o que não é bíblico)” (2015, p. 218). Fé e arrependimento são necessários para a salvação, precedendo a regeneração, ou seja, cremos para ser regenerados e não o inverso (Mc 1.15; Jo 20.31; At 2.38; 10.43; Rm 1.16; 10.9; 1Co 1.21; Ef 1.13,14). A fonte da salvação humana é a graça de Deus e o meio de recebê-la é a fé nele, como afirma o apóstolo Paulo: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; isto não vem de vós (salvação), é dom de Deus” (Ef 2.8 – acréscimo nosso).

3.3 Possível a todos os homens. Assim como a extensão do pecado (Rm 5.12), a Bíblia também trata sobre o alcance da graça divina “Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida” (Rm 5.18). A graça salvífica não é apresentada de forma limitada nas Escrituras, mas sim, que se revela a todos os homens “[…] para exercer misericórdia para com todos” (Rm 11.32; ver Is 45.22; Mt 11.28; Tt 2.11; Jo 1.7,9; 1Jo 2.2), até mesmo àqueles que a rejeitam “Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam” (Jo 1.11). A Bíblia nos mostra que o homem pode por seu livre arbítrio aceitar ou rejeitar o plano divino para a sua salvação (At 4.4; 9.42; 17.4; Hb 3.15; 4.7). Jesus declarou: “Jerusalém, Jerusalém, […] quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos […] e tu não quiseste!” (Mt 23.37 ver ainda At 7.51; 18.6).

IV – ALGUMAS BENÇÃOS PROVENIENTES DA RESTAURAÇÃO A DEUS

4.1 Paz com Deus. Em pecado o homem encontra-se na condição de inimigo de Deus: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus […]” (Rm 8.7); mas através da fé na morte de Cristo, temos paz com Deus, como resultado da justificação: “[…] justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1; ver Ef 2.14-17).

4.2 Acesso ao Pai. O homem caído em pecado encontra-se distante de Deus (Ef 2.13-a), devido a parede de separação que é resultado da transgressão humana: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Is 59.2). Mas Cristo, ao se oferecer como sacrífico expiatório, nos garante acesso a presença de Deus (Jo 14.6; Ef 2.18; Hb 10.19-22).

4.3 Filiação divina. Após a queda, todos por natureza são filhos da ira (Ef 2.3), sob a influência do mundo e escravos dos desejos da carne (Ef 2.2), tendo como pai o diabo (Jo 8.40,41,44). No entanto, no momento em que cremos no Evangelho e confessamos a Cristo como Senhor das nossas vidas, fomos selados com o Espírito Santo (Ef 1.13,14), e esse nos introduziu à família de Deus (Ef 2.19), testificando com nosso espírito que somos filhos de Deus e co herdeiro com Cristo (Rm 8.14-17).

CONCLUSÃO

Apesar da queda da raça humana, Deus, por sua maravilhosa graça decidiu soberanamente salvar o homem caído em pecado, por meio de Jesus Cristo. Esta graça alcança a todos os homens indistintamente, e que apesar de nos salvar independente das obras, nos impele a uma vida de santificação que é a evidência visível da salvação. Tendo sido justificados pela graça, mediante a fé, experimentamos grandes benefícios de agora em diante: “temos paz com Deus” (Rm 5.1) e temos a certeza da “glorificação final” (Rm 8.30) e a libertação presente e futura da “condenação” (Rm 8.1,33,34).

REFERÊNCIAS

  • CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
  • CHAVES, Gilmar, Vieira. Temas Centrais da Fé Cristã. CENTRAL GOSPEL.
  • GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. CPAD.
  • GILBERTO, Antônio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD

Fonte: http://www.adlimoeirope.com

 

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A evangelização urbana e suas estratégias

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3º TRIMESTRE 2016

O DESAFIO DA EVANGELIZAÇÃO

Obedecendo o ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura

COMENTARISTA: Pr. Jose Gonçalves

LIÇÃO 05 – A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS – (At 2.1-12)

INTRODUÇÃO

A tarefa da evangelização dos povos deve ser executada por todo autêntico servo de Deus, com vistas a atender a necessidade espiritual dos homens também nos centros urbanos. Devemos reproduzir a forma de evangelismo da igreja primitiva, que de forma estratégica atentou para as metrópoles, pois nelas encontravam-se um número maior de pessoas com as quais eles compartilharam as Boas Novas de Salvação e que se espalhou por todos os lugares numa velocidade extraordinária. Atualmente, dispomos de diversas formas de propagar o Nome de Cristo, as quais destacaremos nesta lição. Devemos cumprir o Ide do Senhor apesar dos desafios que são peculiares a evangelização urbana.

I – A EVANGELIZAÇÃO NÃO TEM PREFERÊNCIA POR LUGARES

Em todas as referências alusivas à tarefa da evangelização, não encontramos em nenhuma delas o Senhor Jesus Cristo fazendo distinção de lugares, senão ordenando aos discípulos que levassem a mensagem de Boas Novas para todos os homens (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22; At 1.8). Jesus, mesmo não fazia diferença entre evangelizar áreas rurais ou nas cidades: “e percorria todas as cidades e as aldeias, ensinando, e caminhando para Jerusalém” (Lc 13.22). Na verdade, Jesus ia aonde os pecadores estavam, e isto independente do lugar. Isto, podemos ver mais detalhadamente abaixo:

1.1 Na zona rural. Os evangelhos nos mostram que Jesus pregou em aldeias (Mc 1.38; 6.6; 14.23; Lc 8.1). A palavra “aldeia” segundo o Aurélio significa: “pequena povoação de categoria inferior a vila” (SOARES, 2004, p. 88). O Mestre também ordenou aos discípulos que evangelizassem as aldeias e não somente as cidades (Mt 10.11; Lc 9.6). Portanto, todos os que procuram propagar a Palavra de Deus devem seguir o exemplo de Cristo e dos apóstolos e cuidar de que as aldeias não sejam negligenciadas.

1.2 Na zona urbana. Além das aldeias, Jesus pregou também nas cidades, fossem elas de pequena ou de grande importância (Mt 9.35; 11.1; Lc 4.43). O que dizer, por exemplo, da cidade de Nazaré (Lc 4.16); Cafarnaum (Mc 4.13); Corazim e Betsaida (Mt 11.21); Jerusalém (Mt 21.10). É necessário entender que é nas grandes cidades onde encontramos uma população maior, portanto, devemos levar a mensagem do Evangelho aos centros urbanos a fim de fazermos notória a mensagem de Cristo ao maior número de pessoas.

II – A EVANGELIZAÇÃO URBANA NA PERSPECTIVA DIVINA

A presente lição aborda especificamente a evangelização nos centros urbanos, o que alguns chamam de “missões urbanas”. Nas cidades, encontramos um número maior de habitantes, por isso, a Igreja deve dar uma atenção maior ao evangelismo neste locais, a fim de alcançar um número maior de pessoas para Cristo. Esta sem sombra de dúvidas, é a perspectiva divina, como veremos a seguir:

2.1 Lugar estratégico. Deus planejou por Sua Soberania, derramar o Espírito Santo sobre os quase cento e vinte discípulos quando estes se encontravam na grande cidade de Jerusalém, conforme Jesus havia dito (Lc 24.49; At 1.8,12). Jerusalém era a cidade onde estava o Templo (Mt 24.1; Mc 11.11,15,27). Jerusalém, que figura no Evangelho como o lugar onde o Senhor foi rejeitado, fica sendo o lugar onde Ele ressuscita dentre os mortos, onde é derramado o Espírito, e onde a igreja começa a sua obra.

2.2 Momento estratégico. Nesta ocasião em Jerusalém estava acontecendo a Festa de Pentecostes (At 2.1). Esta era a segunda festa do primitivo calendário bíblico e possui três nomes no AT: (a) Festa da Colheita (Êx 23,16); (b) Festa das Semanas (Êx 34,22); e, (c) Dia dos Primeiros frutos (Nm 28,26). Pentecostes ocorria cinquenta dias depois da Páscoa. Trata-se de um nome grego, dado tardiamente pelos judeus de fala grega que significa: “quinquagésimo”. Segundo Boyer (2011, p. 418 – acréscimo nosso), “o Espírito Santo veio sobre a igreja num momento em que esta solene festa em Jerusalém acontecia, a que assistiam dois a três milhões, calcula-se, de judeus e prosélitos”.

2.3 Povo estratégico. Por ocasião da Festa de Pentecostes, havia judeus de várias partes do mundo, e nesta ocasião ouviram o evangelho pelos servos do Senhor em sua própria língua, por manifestação sobrenatural (At 2.5-13). O apóstolo Pedro levantou-se naquele momento e pregou o evangelho mostrando que aquela manifestação tinha respaldo na profecia de Joel (At 2.14-21; Jl 2.28-32). Aproveitou para anunciar as Boas Novas de Salvação por meio de Cristo Jesus que havia morrido crucificado, mas que ressuscitara e que a prova de que Ele estava vivo e a direita de Deus era o derramar do Espírito que aqueles homens estavam testemunhando (At 2.33-36). Tal pregação na unção de Deus resultou na conversão de quase três mil almas (At 2.1-37-41). O desejo de Deus fica claro de que queria espalhar o evangelho ao mundo, conforme Jesus mesmo havia declarado (At 1.8).

III – PAULO E A EVANGELIZAÇÃO URBANA

O apóstolo Paulo foi um exímio evangelizador de áreas urbanas. Sob a direção do Espírito Santo este nobre servo de Deus se dispôs a levar a mensagem do Evangelho as grandes cidades, dentre as quais podemos citar:

3.1 A cidade de Corinto. Nenhuma cidade da Grécia era mais favoravelmente localizada para o comércio por terra e mar do que a cidade de Corinto. O imperador Augusto fez de Corinto a capital da Acaia. Ela era também uma cidade hospitaleira aos marinheiros e viajantes que vinham a negócios ou a procura de prazer. A igreja em Corinto foi fundada por Paulo durante a sua segunda viagem missionária (At 18.1-17). Nessa cidade, Paulo permaneceu por 18 meses, sendo auxiliado por Priscila e Áquila e outros obreiros. Apesar das oposições que sofreu, o apóstolo Paulo pregou o evangelho e muitas conversões aconteceram (At 18.8). Deus o consolou dizendo que tinha muito povo naquela cidade (At 18.10).

3.2 A cidade de Filipos. Lucas nos mostra à cidade de Filipos como a “…primeira cidade desta parte da Macedônia, e é uma colônia…” (At 16.12), o que nos deixa claro que era cidade de grande importância política. Filipos ficava localizada na parte oriental da Macedônia. Constituía-se o portão de entrada da Europa. A primeira exposição da cidade de Filipos ao evangelho é registrada em (At 16.6-40), quando Paulo, em sua segunda viagem missionária, com Silas e Timóteo chegaram lá (At 15.40). A princípio a intenção do apóstolo era ir para Ásia, e depois para Bitínia, mas foram impedidos pelo Espírito Santo (At 16.6,7). Estando em Trôade, Lucas conta que Paulo teve uma visão, que lhe deu nova rota para sua tarefa missionária (At 16.9). Após esta visão, o apóstolo concluiu que Deus o chamava para ali pregar o evangelho (At 16.10-12). Apesar das grandes dificuldades que enfrentou, Paulo conseguiu implantar o evangelho nesta cidade. Libertação, conversões e milagres aconteceram em Filipos conforme o registro bíblico (At 16.14; 16-18; 26-28).

3.3 A cidade de Éfeso. A cidade encontra-se no pequeno continente da Ásia Menor. Esta era a capital da província romana da Ásia. O templo da Diana dos efésios (At 19.28) foi considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo. Éfeso era conhecida, também, como o foco de adoração da deusa da fertilidade, Ártemis ou Diana (At 19.27). Historiadores calculam a população da cidade de Éfeso no primeiro século entre 250 e 500 mil habitantes. A igreja de Éfeso foi fundada por Paulo e, provavelmente, por Áquila e Priscila, por volta do ano 52 d.C. (At 18:18-28). Paulo levou o Evangelho a esta cidade durante a sua segunda viagem missionária (At 18.19).

IV – ESTRATÉGIAS DE EVANGELISMO URBANO

O Senhor Jesus pregou em vários lugares: no monte, nas cidades, no templo e nas sinagogas (Mt 5.1-2; 9.35; 13.1-3,54; 21.23). Lucas nos diz que toda a cidade de Jerusalém foi evangelizada (At 5.28). O evangelismo era praticado todos os dias, quer no templo, quer nas casas, e de forma perseverante (At 5.42). Quando foram dispersos por causa da perseguição, os discípulos saíram pregando por todos os lugares (At 8.1). O livro de Atos nos serve de parâmetro para a prática do evangelismo. Não podemos esperar que os pecadores venham para o Templo ao nosso encontro a fim de serem evangelizados. Pelo contrário, precisamos ir ao encontro deles. Em Lucas 14.21, 23 Jesus ao narrar uma parábola disse: “Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres e aleijados e mancos e cegos…Sai pelos caminhos e valados e força-os a entrar para que a minha casa se encha”. É necessário que saiamos ao encontro das almas perdidas. Para isto dispomos de diversas formas pelas quais podemos levar o evangelho, tais como: (a) nas ruas (At 17.17); (b) nos transportes (At 8.26-35); (c) nos hospitais (Jo 5); (d) nas faculdades (At 17.19-23); e (e) na mídia: rádio, TV e internet como a nossa Igreja tem feito.

V – OS DESAFIOS DO EVANGELISMO URBANO

5.1 As leis que restringem a liberdade religiosa. No primeiro século, os discípulos, viram-se diante do desafio de pregar a Palavra de Deus, ante as leis que lhes foram impostas para inibi-los (At 4.17,18; 5.28). No nosso país, ainda desfrutamos de liberdade religiosa, mas há igrejas em determinados lugares que não possuem mais esse privilégio. Portanto, aproveitemos o máximo do tempo que dispomos (II Tm 4.2).

5.2 O endurecimento por parte das pessoas. Em todo tempo houveram pessoas que se endureceram ao convite do evangelho. Nas áreas urbanas é comum as pessoas resistiram por causa da sua posição social, nível acadêmico, preconceito, ignorância dentre outros. Com a multiplicação da iniquidade (Mt 24.12), os homens tornar-se-ão ainda mais insensíveis e resistentes a recepção das Boas Novas. Paulo previu esse árduo tempo (II Tm 3.1-7).

5.3 As perseguições contra os cristãos. Desde a sua inauguração a igreja sofreu represálias para cumprir a sua excelente missão (At 8.1). Jesus havia predito que seus seguidores sofreriam perseguição por sua causa (Mc 13.13; Jo 15.20,21). Atualmente, todo servo do Senhor também sofre perseguições por propagar a sua fé, seja no trabalho, na escola, na sociedade. No entanto, não devemos nos intimidar com tal sofrimento sabendo que nos espera um galardão (Mt 5.10-12).

CONCLUSÃO

Embora a evangelização urbana esteja cerca de desafios para a igreja atual, devemos estar dispostos a no poder do Espírito Santo superá-los e levar adiante a mensagem de salvação a todos os homens a fim de que estes possam receber a Cristo como Único e Suficiente Salvador de suas vidas.

REFERÊNCIAS

  • ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger. Comentário
  • Bíblico Pentecostal. CPAD.
  • HORTON, Stanley. I & II Coríntios. CPAD.
  • SILVA, Severino Pedro da. Apocalipse versículo por
  • versículo. CPAD
  • STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.

Fonte: REDE BRASIL

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Os benefícios da justificação

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2º TRIMESTRE 2016

MARAVILHOSA GRAÇA

O evangelho de Jesus Cristo revelado na carta aos romanos

COMENTARISTA: Pr. Jose Gonçalves

LIÇÃO 04 – OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO – (Rm 5.1-12)

INTRODUÇÃO

Nesta lição, destacaremos que o ato da justificação concedida por Deus ao homem por meio de Cristo Jesus, trás consigo muitos benefícios, tais como: paz com Deus, acesso a graça, esperança, reconciliação e glorificação. Veremos ainda que por causa de um homem, Adão, todos se fizeram pecadores; todavia, por causa também de um homem, Cristo Jesus, todos poderão ser salvos. Por fim, pontuaremos que a motivação que impulsionou Deus a declarar justo o pecador foi o seu grande e incomparável amor revelado na Pessoa de Seu Bendito Filho.

I – O QUE SIGNIFICA A PALAVRA BENEFÍCIO

Segundo o Aurélio (2004, p. 285) a palavra “benefício” significa: “serviço ou bem que se faz gratuitamente; favor; mercê, graça”. A Bíblia nos mostra que Deus graciosamente dispensa benefícios aos seres humanos, no sentido de prover os meios de subsistência a todos, sem distinção (Mt 5.45; At 17.25). Todavia, dispensa também de forma especial, favores espirituais e eternos, exigindo-lhes fé em seu Bendito Filho Jesus Cristo (Jo 3.16 Rm 5.20).

II – QUAIS OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO

Depois de falar sobre a necessidade da justificação (Rm 1.18; 3.20) e do meio pelo qual fomos justificados (Rm 3.21; 4.25), o apóstolo Paulo descreve os frutos da justificação (Rm 5.1-12), como veremos a seguir:

2.1 Paz com Deus (Rm 5.1). O termo grego para paz é “eirene” que nos dá a ideia de “harmonia”, “acordo”, “descanso” e “quietude”. A paz com Deus só é possível mediante a justificação pela fé. Pois o pecador, em seu estado de pecado, encontra-se em inimizade com Deus, visto que o pecado é uma violação da vontade de Deus (Os 4.1; Tg 4.4). “Ter paz com Deus significa que não há mais hostilidade entre nós e Deus e que o pecado não bloqueia o nosso relacionamento com Ele. Mais do que isso, um novo relacionamento foi estabelecido e assim não mais tememos o resultado do julgamento, mas vivemos sob a proteção estabelecida por Deus” (APLICAÇÃO PESSOAL, 2010, vol. 02, p. 40).

2.2 Acesso a graça (Rm 5.2). Além da paz, Paulo nos diz que em Cristo pela fé temos “acesso a graça”. “No grego a expressão usada por Paulo é “ten prosagogen” que significa “nossa entrada”. A ideia é a entrada na câmera de audiências de um monarca. É bom destacar que não vamos até ali por nossos próprios esforços, mas precisamos de um ‘introdutor’ – que é Cristo” (BEACON, 2006, p. 80 – acréscimo nosso). Diversos textos da Bíblia, nos mostram que a nossa entrada a presença de Deus encontrava-se bloqueada por causa do pecado (Gn 3.22-24; Is 59.2; Rm 3.23). Todavia, justificados por Jesus Cristo, as barreiras foram tiradas, para que tivéssemos acesso a graça de Deus (Ef 2.13; I Pe 2.10). Portanto, “Jesus nos abre as portas à presença do Rei dos reis; e quando essas portas se abrem o que achamos é graça; não condenação, nem juízo, nem vingança, mas a pura, imerecida, incrível bondade de Deus” (BARCLAY, sd, p. 81 – acréscimo nosso).

2.3 Esperança da glória (Rm 5.2-b). No estado de pecado o homem vive sem paz, sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2.12). A Bíblia diz que “a humanidade foi criada para a glória de Deus, mas por causa do pecado, “todos foram destituídos da glória de Deus” (Rm 3.23). É o propósito de Deus recriar a sua imagem e a sua glória de forma completa em nós, de modo que possamos estar firmes; e nos gloriarmos na esperança da glória de Deus” (APLICAÇÃO PESSOAL, 2010, vol. 02, p. 40).

2.4 Salvo da ira (Rm 5.9). A expressão “ira” segundo Vine (2002, p. 723) que dizer: “raiva ardente”, “indignação” e “furor”. Na condição de pecador o homem está sobre a ira de Deus, já no presente (Jo 3.36; Rm 1.18), e irá experimentar desta ira plenamente no futuro, quando todos os pecadores serão julgados e sentenciados a condenação eterna (Rm 2.5,16; Ap 20.11-15). Mas, quando justificado, este pecador remido é salvo desta ira presente e futura, pois para ele já não há mais condenação, visto que este creu que Cristo assumiu a sua culpa quando morreu na cruz (Jo 5.24; I Ts 1.10; Ap 3.10).

2.5 Reconciliação (Rm 5.10,11). No grego a expressão reconciliar “katallage” significa: “restauração à benevolência divina, conciliação” (PALAVRA- CHAVE, 2009, p. 2257). Segundo Champlin (2004, p. 574), a reconciliação “consiste da mudança da relação de hostilidade que existiu entre dois indivíduos, passando eles a serem amigos entre si. Essa relação de hostilidade é alterada para a relação de paz”. Por causa do pecado, o homem quebrou a sua comunhão com Deus (Gn 3.23- 24; Rm 3.23). Porém, apesar de o primeiro Adão ter criado o abismo, o segundo Adão, Cristo, construiu a ponte, nos reconciliando com Deus (II Co 5.18,19; Cl 1.20,21).

2.6 Glorificação (Rm 5.10-a). Paulo ainda diz que uma das bençãos subsequentes a justificação é a glorificação. No plano da salvação, a glorificação é a etapa final a ser atingida por aquele que recebe a Cristo como Salvador e Senhor de sua alma. A glória de Cristo será partilhada plenamente com seus santos no arrebatamento da igreja (I Co 15.53,54; Cl 3.4; I Jo 3.2).

III – AS DIFERENÇAS ENTRE ADÃO E CRISTO

“O contraste entre Adão e Jesus Cristo é que um único ato de Adão determinou a natureza do mundo; um único ato de Cristo determinou a natureza da eternidade. Em terminologia moderna, podemos dizer que Adão foi um protótipo imperfeito, mas Cristo é o original perfeito. Assim como Adão era um representante da humanidade original. Cristo é o representante da nova humanidade espiritual” (APLICAÇÃO PESSOAL, 2010, p. 42). Na tabela abaixo veremos qual o estado ou condição do homem que está em Adão e do que está em Cristo:

ADÃO

CRISTO

Seu nome significa: homem ou humanidade

Seu nome significa: Deus salva

Pecou contra Deus (Gn 3.6; Os 6.7; Rm 5.12-a)

Obedeceu a Deus (Mt 5.17; Fp 2.8; Hb 5.8)

Nos fez pecadores (Rm 5.19-a)

Nos faz justos (Rm 5.19-b)

Prejudicou toda a humanidade (Rm 5.12)

Beneficiou toda a humanidade (Rm 5.12-b; 17-b)

Fomos afastados de Deus (Gn 3.24; Rm 3.23)

Fomos reconciliados com Deus (Rm 5.10-11; II Co 5.18)

Nele morremos (Rm 5.12,15-a; 17-a; 6.23-a)

Nele vivemos (Rm 5.17-b; 6.23-b)

Trouxe a condenação (Rm 5.16-a; 18-a)

Trouxe a salvação (Rm 5.16-b; 18-b)

IV – A GRANDEZA DO AMOR DE DEUS

Após falar da justificação como um ato divino de declarar inocente o culpado, o apóstolo Paulo nos fala sobre o incomparável amor divino, pois este foi a motivação que impulsionou Deus a graciosamente nos conceder graciosamente a salvação. “O amor pode ser definido como o “sentimento que constrange a buscar, desinteressadamente e sacrificialmente, o bem de outrem. O amor é o mais alto e sublime atributo comunicável de Deus. João diz que Deus é amor (I Jo 4.8). Somente o amor seria capaz de predispor a Deus a buscar o bem de uma humanidade corrompida, e que só se ocupava em quebrantar-lhe as leis” (ANDRADE, 2006, p. 42 – acréscimo nosso). Vejamos o que nos diz Paulo sobre isso:

4.1 O amor de Deus foi aplicado (Rm 5.5). O apóstolo Paulo nos ensina que a razão da confiança por parte dos que tem fé é que o amor de Deus esta derramado em nosso coração. Quando a pessoa confia em Cristo e o recebe, ela recebe o Espírito Santo (Rm 8.9), que constantemente a encoraja a manter sua esperança em Deus. “A presença do Espírito Santo em nossa vida nos torna cientes do amor de Deus, e esse amor nos dá esperança inabalável no porvir. Logo, o cristão nunca deve desistir diante do sofrimento, pois Deus certamente cumprira suas promessas” (TOKUMBOH, 2010, p. 1394)

4.2 O amor de Deus foi imerecido (Rm 5.6,7). Paulo nos diz que Deus nos amou quando éramos “fracos” (Rm 5.6-a); “ímpios” (Rm 5.6-b); “pecadores” (Rm 5.8-b); e, “inimigos de Deus” (Rm 5.10), ou seja, não merecíamos tão grande e excelente amor. Paulo diz que é possível que alguém se encoraje a morrer por um justo, ou seja, por um homem íntegro e honesto, um cidadão respeitável e bom, uma pessoa útil ou benevolente. Porém, Cristo morreu por nós, sendo nos ainda pecadores. “Essa é uma demonstração clara do amor de Deus. Ele nos recebe do jeito que estamos e, a partir daí, começa a fazer algo novo e belo” (RADMACHER, 2010, p. 373).

4.3 O amor de Deus foi provado (Rm 5.7,8). Sem sombra de dúvida, a maior revelação do amor Deus para com a humanidade está na Pessoa de Cristo Jesus. Em João 3.16, o Senhor Jesus afirmou isso: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito[…]”. Confira também: (Is 9.6; Mt 20.28; Jo 15.13; Rm 8.32). Jesus veio ao mundo para mostrar qual é e sempre foi a atitude de Deus para com os homens. Ele veio para provar aos homens incontestavelmente que Deus é amor. “A morte de Cristo é a mais alta manifestação do amor de Deus por nós. Embora fôssemos rebeldes e desprezíveis. Cristo morreu por nós para que assim pudéssemos chegar a Deus, ter paz com Ele e nos tornarmos herdeiros de suas promessas. Cristo não morreu para que nos tornássemos pessoas amadas; Cristo morreu porque Deus já nos amava e queria nos levar para junto de si” (APLICAÇÃO PESSOAL, 2010, p. 41).

CONCLUSÃO

Por causa do seu grande amor pela humanidade, Deus enviou Jesus Cristo ao mundo para que, por meio dele, o pecador pudesse ser justificado. Essa justificação trás consigo grandes benefícios espirituais, e sem dúvida, o maior deles é a possibilidade que o homem tem de reatar a sua comunhão com Deus outrora perdida no Éden.

REFERÊNCIAS

  • ADEYEMO, Tokumboh. Comentário Bíblico Africano. CPAD.
  • APLICAÇÃO PESSOAL, Comentário do Novo Testamento. Vol. 02. CPAD.
  • BARCLAY, William. Comentário do Novo Testamento. PDF.
  • CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
  • CLAUDIONOR, Corrêa de. Dicionário Teológico. CPAD.
  • HOWARD, R.E, et al. Comentário Bíblico Beacon. Vol 08. CPAD.
  • LOPES, Hernandes dias. Comentário Exegético de Romanos. HAGNOS.
  • RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico: Novo Testamento. CENTRAL GOSPEL.

 

Fonte: REDE BRASIL

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