A Santíssima Trindade: Um só Deus em três pessoas

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3º TRIMESTRE 2017

A RAZÃO DA NOSSA FÉ

Assim cremos, assim vivemos

COMENTARISTA: Ezequias Soares

LIÇÃO 03 – A SANTÍSSIMA TRINDADE: UM SÓ DEUS EM TRÊS PESSOAS  (1 Co 12.4-6; 2 Co 13.13)

INTRODUÇÃO

Nesta lição aprenderemos sobre a conhecida doutrina da Trindade; destacaremos também o conceito desse ensino à luz da Bíblia; pontuaremos as bases dessa doutrina a partir do AT e NT; e por fim, ressaltaremos atributos divinos em cada pessoa da Trindade.

I  – DEFININDO O TERMO TRINDADE

A palavra Trindade em si não ocorre na Bíblia, essa expressão é teológica usada para descrever na perspectiva humana a divindade. Sua forma grega “trias”, parece ter sido usada primeiro por Teófilo de Antioquia (181 d.C.), e sua forma latina “trinitas”, por Tertuliano (220 d.C.). Entretanto, a crença na Trindade é muito mais antiga que isso como será visto mais à frente (THIESSEN, 2006, p. 87 – acréscimo nosso).

II  – O CONCEITO BÍBLICO DA TRINDADE

Segundo Andrade, Trindade é: “Doutrina segundo a qual a Divindade, embora una em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo. As Três Pessoas são iguais na substância e nos atributos absolutos, metafísicos e morais” (2006, p. 349). Sobre esta doutrina podemos ainda fazer algumas considerações:

  1. Não contradiz a unidade de Deus. As Escrituras ensinam que Deus é um (Dt 4.35; 6.4; Is 37.16), contudo, a unidade divina é uma unidade composta de três pessoas, que são: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo (Mt 19; 1 Co 12.4- 6), que cooperam unidos em um mesmo propósito, onde não existe nenhum tipo de hierarquia ou superioridade entre eles; não se tratando também de três deuses (triteísmo) e nem três modos ou máscaras de manifestações divinas (unicismo), antes, são três pessoas, mas um só Deus. “Eu e o Pai somos um(Jo 10.30), “[…] se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (Jo 14.23).
  2. Não é invenção humana. Uma das objeções à doutrina da Trindade é que teria sido produzida pela mente humana, que é de origem pagã e foi imposta por um imperador pagão (Constantino) no Concílio de Nicéia em 325 d.C., que supostamente teria se tornado cristão, estabelecendo o Cristianismo como religião oficial do império. De acordo com Soares: “Esses argumentos das organizações contrárias à fé trinitária são falsos. O Concílio de Nicéia não tratou da Trindade; a controvérsia foi em torno da identidade Jesus de Nazaré”. A Trindade é uma doutrina com sólidos fundamentos bíblicos e, mesmo sem conhecer essa terminologia, os cristãos do período apostólico reconheciam essa verdade ( 2 Co 13.13; Ef 1.1-14; 1 Pd 1.2) (2017, pp. 37, 50).
  3. Não é irracional. A doutrina da unidade composta não é incoerente (Gn 2.24; 1 Co 6.17), ainda que seja chamada de um mistério porque vai além da razão, mas não é contra a razão, como foi dito acertadamente: “É conhecida apenas pela revelação divina, portanto não é assunto da teologia natural, mas da revelação” (GEISLER apude SOARES, 2017, 36). Sobre a possibilidade de entendermos a doutrina da Trindade, Grudem afirma: “[…] não é correto dizer que não podemos de forma alguma entender a doutrina da Trindade. Certamente podemos compreender e saber que Deus é três pessoas, que cada uma delas é plenamente Deus e que há somente um Deus. Podemos saber essas coisas porque a Bíblia as ensina” (2007, p. 126 – grifo nosso).

III – A SANTÍSSIMA TRINDADE NO ANTIGO TESTAMENTO

Embora a doutrina da Trindade não se encontre de forma desenvolvida no AT, acha-se implícita na revelação divina desde o início (DOUGLAS, 2006, p. 1356). Uma boa justificativa para que tal doutrina não seja claramente ensinada no AT, é dada por Pearlman (2009, p. 80) quando afirma: “num mundo em que o culto de muitos deuses era comum, tornava-se necessário acentuar para Israel a verdade de que Deus é um e que não havia outro além dele. Se no princípio a doutrina da Trindade fosse ensinada diretamente, ela poderia não ser bem compreendida nem bem interpretada”. Ainda que implicitamente no AT pode ser visto indícios dessa doutrina. Vejamos alguns exemplos:

  1. Na criação do Universo. Se levarmos em conta que a palavra hebraica “Elohim” (Gn 1.1) é um substantivo plural, concluiremos: a Santíssima Trindade encontrava-se ativa na criação do universo. Por conseguinte, quando a Bíblia afirma que no princípio Deus criou os céus e a terra, atesta: no ato da criação, estiveram presentes Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. O Pai criou o universo por intermédio do Filho (Jo 1.3), enquanto o Espírito Santo transmitia vida a tudo quanto era criado (Gn 1.2).
  2. Na aparição do Anjo do Senhor. A manifestação no Antigo Testamento do “Anjo do Senhor” (ou de Yahweh), é uma forte evidência a respeito da Trindade. “Vemos que esse Anjo, dependendo do contexto, não apenas se identifica com o próprio Senhor, como também é assim identificado por outros” (GUSTAVO, 2014, p. 22 – acréscimo nosso). Dentre tantas aparições destacamos ainda (Gn 16.9,13; 22.11,15,16; 31.11,13; Êx 3.2,4,6; Jz 13.20-22; Ml 3.1). Sendo sua identificação como divino ressaltada, por aceitar adoração que é destinada a Deus (Êx 3.2,4,5; Jz 13.21,22) (LANGSTON, 2007, p. 114).
  3. Na expectativa messiânica. A expectativa messiânica, que sempre foi um fator de consolação à alma hebreia, também revela a presença da Santíssima Trindade no AT (Sl 110.1,4). Em ambas as passagens, o autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, mostra o Pai referindo-se ao Filho – Jesus Cristo (Mc 12.36; Hb 5.6). Um trecho que mostra, de maneira explícita e clara, a presença da Santíssima Trindade no AT é Daniel 7.13-14. Podemos ainda pontuar algumas passagens alusivas a referências proféticas sobre o Messias: “E, agora o Soberano, o SENHOR, me [o Messias] enviou, com seu Espírito” (Is 48.16). “O Espírito do Soberano, o SENHOR, está sobre mim [o Messias], porque o SENHOR ungiu-me para levar boas notícias aos pobres” (Is 61.1 ver Lc 4.18-21). Embora essas passagens não retratem especificamente um Deus em três pessoas, apontam nessa direção (RODMAN, 2011, p. 73).
  4. Na pluralidade de pessoas na Divindade. Já no Livro do Gênesis existe a indicação da pluralidade de pessoas no próprio Deus (Gn 1.1; 3.22; 11.7), podemos ainda encontrar uma série de passagens além dessas, que apontam para a mesma verdade (Is 6.8; 63.10), textos em que uma pessoa é chamada “Deus ou Senhor”, e ela se distingue de outra pessoa que também é identificada como “Deus” (Sl 45.6,7). De modo semelhante o salmista registra: Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés” (Sl 110.1). Jesus atesta que Davi está se referindo a duas pessoas separadas chamando-as “Senhor” (Mt 22.41-46), mas quem é o Senhor de Davi se não o próprio Deus? Da perspectiva do NT, podemos parafrasear esse versículo do seguinte modo: “Deus Pai disse a Deus Filho: Assenta-te à minha direita”. Diante disso, mesmo sem o ensino do Novo Testamento sobre a Trindade, fica claro que Davi estava consciente da pluralidade de pessoas em Deus (GRUDEM, 2007, 110).

IV – A SANTÍSSIMA TRINDADE NO NOVO TESTAMENTO

É  no  Novo  Testamento  que  encontramos  as  mais  claras  e  explícitas  manifestações  da  Santíssima Trindade. Notemos alguns registros onde se evidencia tão importante doutrina:

  1. No batismo e ministério de Jesus. Nessa clássica manifestação da Trindade (Mt 3.16,17), vemos uma das Pessoas (o Filho) submeter-se ao batismo, o Espírito Santo descer como pomba sobre Ele, e a Pessoa do Pai declarar o seu amor a Cristo atestando sua filiação. No monte da transfiguração vemos com clareza mais uma vez a pluralidade de pessoas (Mt 17.5; Mc 9.7,8).
  2. Na ascensão de Jesus. Já prestes a ser assunto ao céu, o Senhor Jesus Cristo, ao dar últimas instruções aos discípulos, declarou: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo(Mt 28.19). Pode ainda restar mais alguma dúvida acerca da Trindade?
  3. Na vida da Igreja Primitiva. Nos Atos dos Apóstolos, a Santíssima Trindade aparece operando ativamente, desde os primeiros versículos (At 1.1,2). Nesse livro, encontramos a Trindade na proclamação do Evangelho (At 5.32; At 10.38); no testemunho eficaz da fé cristã (At 7.55); no chamamento de obreiros (At 9.17); no Concílio de Jerusalém (At 15.1-35). Nas epístolas (Rm 14.17; 15.16; 2 Co 13.13; Ef 4.30; Hb 2.3,4; 2 Pd 1.16-21; 1 Jo 5.7) e também no livro do Apocalipse (Ap 1.1,2; 8,11).

V – ATRIBUTOS DIVINOS NAS PESSOAS DA TRINDADE

A Bíblia categoricamente específica que todas as pessoas da Trindade possuem a mesma essência possuindo os mesmos atributos. Vejamos alguns:

Atributos

Pai Filho Espírito Santo

Eternidade

Sl 90.2 Cl 1.17

Hb 9.14

Onipotência

Gn 17.1 Mt 28.18

1 Co 12.11

Onipresença

Jr 23.24 Mt 28.19

Sl 139.7

Onisciência

1 Jo 5.20 Jo 21.17

1 Co 2.10

Criador Gn 1.1 Jo 1.3,10

Jó 33.4

CONCLUSÃO

A doutrina da Santíssima Trindade é puramente bíblica, embora seja um mistério jamais será uma contradição. Como alguém sabiamente disse: “Se tentássemos entender Deus por completo, podemos perder a razão [mente], mas se não acreditarmos sinceramente na Trindade perderemos nossa alma!” (RAVI; GEISLER, 2014, p. 28).

REFERÊNCIAS

  • ANDRADE, Claudionor Correia de. Dicionário Teológico.
  • GUSTAVO, Walber; GOMES, Leonardo. Doutrina da Trindade: desenvolvimento bíblico e histórico.
  • GRUDEM, Manual de Doutrinas Cristãs: Teologia Sistemática ao alcance de todos. VIDA.
  • LANGSTON, A.b. Esboço de Teologia Sistemática.
  • PERLMAN, Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. VIDA.
  • RAVI Zacharias; GEISLER, Norman. Quem criou Deus? REFLEXÃO.
  • THIESSEN, Henry Clarence. Palestras em Teologia Sistemática.

Fonte: http://www.adlimoeirope.com

 

O destino final dos mortos

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1º TRIMESTRE 2016

O FINAL DE TODAS AS COISAS

Esperança e glória para os salvos

COMENTARISTA: Pr. Elinaldo Renovato

LIÇÃO 13 – O DESTINO FINAL DOS MORTOS – (Lc 16.19-26)

INTRODUÇÃO

Ao contrário do que muita gente pensa, a vida não termina na sepultura. Pelo contrário, após a morte, todos os seres humanos vão para o Estado Intermediário aguardar a ressurreição, para serem conduzidos ao seu destino eterno. Nesta lição, veremos o sentido do termo Estado Intermediário; explicaremos a condição dos justos e dos ímpios após a morte física; destacaremos algumas heresias sobre o Estado Intermediário; e, finalmente, estudaremos a doutrina da ressurreição dos mortos e o destino final dos justos e dos ímpios.

I – O QUE É O ESTADO INTERMEDIÁRIO

O Estado Intermediário é a situação em que se encontram todos os mortos, quer tenham morrido salvos, ou não. Dá-se o nome de “intermediário” porque as almas nesse estado aguardam o dia em que ressuscitarão, para a vida eterna ou para a perdição eterna (Dn 12.2; Jo 5.28,29). Noutras palavras, é o estado das pessoas entre a morte física e a ressurreição. “A história do rico e Lázaro dá-nos um panorama bastante claro desse Estado (Lc 16.19-31). Para os que dormiram em Cristo, o período intermediário há de terminar com o Arrebatamento da Igreja (1Ts 4.13-17). Já para os que morreram em seus pecados, há de perdurar até a última ressurreição, quando eles serão submetidos ao Juízo Final (Ap 20.11-15)” (ANDRADE, 2006, p. 106).

1.1 Antes da morte de Cristo. De acordo com Lc 16.19-31, o Sheol (hebraico) ou Hades (grego) dividia-se em três partes distintas. A primeira parte é o lugar dos justos, chamada “seio de Abraão” ou “lugar de consolo” (Lc 16.22,25;23.43). A segunda é a parte dos ímpios, denominada “lugar de tormento” (Lc 16.23). A terceira fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como “lugar de trevas” ou “abismo” (Lc 16.26; 2Pe 2.4; Jd v.6). Portanto, antes da morte de Jesus, todos os mortos eram conduzidos ao Sheol, mas ficavam em lugares opostos e em situações distintas.

1.2 Depois da morte de Cristo. “Jesus, antes de morrer por nós, prometeu aos seus que as portas do inferno (hades) não prevalecerão contra a Igreja (Mt 16.18). Isto mostra que os fiéis de Deus, a partir dos dias de Jesus, não mais desceriam ao hades. Esta mudança ocorreu entre a morte e ressurreição do Senhor, pois Ele disse ao ladrão arrependido: ‘Hoje estarás comigo no paraíso’ (Lc 23.43). Paulo diz a respeito do assunto: ‘Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro, e concedeu dons aos homens’ (Ef 4.8,9). Entende-se, pois, que Jesus, ao ressuscitar, levou para o Céu os crentes do Antigo Testamento que estavam no “Seio de Abraão”, conforme prometera em Mateus 16.18”. (GILBERTO, 1985, p. 17). Mas, os ímpios continuam indo para o lugar de tormentos. De acordo com o texto de Lc 16.19-31, tanto justos como ímpios estão vivos, acordados, conscientes e tem lembrança da vida na terra. Porém, existem algumas diferenças entre ambos. Vejamos:

O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS JUSTOS

O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS ÍMPIOS

No AT, após a morte, eram levados pelos anjos para o Seio de Abraão (Lc 16.22). No NT são levados ao paraíso (Lc 23.42,43).

Tanto no AT como no NT continuam sendo levados para o Sheol ou Hades, após a morte (Lc 16.22).

O justo é consolado (Lc 16.25). O ímpio é atormentado (Lc 16.24).

Hão de ressuscitar por ocasião do Arrebatamento (1Co 15.51-53; 1Ts 4.13-18).

Hão de ressuscitar após o Milênio, por ocasião do Juízo Final, o Grande Trono Branco (Ap 20.11-14).

Aguardam a ressurreição para estar com Cristo para sempre (1Ts 4.17).

Aguardam a ressurreição para serem lançados no Lago de fogo onde estarão na eternidade (Ap 20.15).

II – HERESIAS ACERCA DO ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS

2.1 Purgatório. “A Igreja Católica Romana ensina que mesmo os mais fiéis precisam dum processo de purificação antes de se tornarem aptos para entrar na presença de Deus. Todavia, não existem nas Escrituras evidências para tal doutrina, e existem muitas evidências contrárias a ela. O Novo Testamento reconhece apenas duas classes de pessoas: as salvas e as não-salvas. O destino de cada classe determina-se na vida presente (Mt 7.13,14; Hb 9.27)” (PEARLMAN, 2006, p. 295).

2.2 Sono da alma. “Certos grupos, como os Adventistas do Sétimo Dia, crêem que a alma permanecerá num estado inconsciente e/ou dormindo até à ressurreição. Essa crença, conhecida como “sono da alma”, é também adotada por indivíduos em outros grupos religiosos. É fato que a Bíblia denomina de maneira metafórica a morte física como um sono (1Co 15.51; 1Ts 4.13). No entanto, ela também nos ensina que, quem “dorme” é o corpo, e não a alma e o espírito (Lc 16.20-25; Ap 6.9-11). Logo, embora o corpo entre na sepultura, o espírito e a alma que se separou do corpo entra no Sheol, onde vive em estado completamente consciente (Is 14.9-11; Sl 16.10; Lc 16.23; 23.43; 2Co 5.8; Fp 1.23; Ap 6.9)” (PEARLMAN, 2006, p. 297 – acréscimo nosso).

2.3 Reencarnação. “Os espíritas e os adeptos de diversas religiões orientais (Hinduísmo, Budismo, etc) pregam que existem oito esferas pelas quais os espíritos devem passar para se purificarem. Ensinam a reencarnação dos mortos, que recebem outra identidade, podendo reencarnar como seres humanos, animais, plantas ou como um deus. Mas, a Bíblia condena essa crença herética (Jo 5.24; Hb 9.27). Ensinam também os espíritas, que os mortos comunicam-se com os vivos, através de ‘médiuns’. Mas, Deus proíbe tal prática (Lv 19.31; 20.6,7; Dt 18.9-12; Is 8.19-22). Na parábola do rico e Lázaro, vemos que não é permitida a comunicação dos vivos com os mortos (Lc 16.27-30)” (LIMA, 2016, p.156).

2.4 Aniquilacionismo. “Sustenta esta doutrina estarem todas as almas sujeitas à extinção ou aniquilação após a morte física. As Escrituras são claras sobre o fato de que tanto os ímpios como os justos viverão para sempre, e que no caso dos ímpios sua existência será de sofrimento e castigo consciente (Ec 12,7; Mt 25.46; Rm 2.8-10; Ap 14.11; 20.10,12-15)” (PFEIFFER, 2007, p. 694 – acréscimo nosso).

2.5 Universalismo. Doutrina divorciada das Escrituras, segundo a qual, no final dos tempos Deus, reconciliará todos os seres humanos e até os anjos caídos a si mesmo, independentemente das obras e dos méritos de cada um, ou seja, é a ideia de que ninguém será condenado, mas todos serão salvos, inclusive o Diabo e seus anjos caídos (ANDRADE, 2006, pp. 353,354).

III – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO DOS MORTOS

A palavra ressuscitar significa “levantar”, “voltar à vida”. Assim como a morte física é a separação da alma e espírito do corpo (Tg 2.26), a ressurreição é a reunião da alma e espírito ao corpo (Lc 8.55). Todos que morrem justos e injustos hão de ressuscitar, sendo que, em ocasiões distintas e para destinos diferentes.

3.1 A Primeira Ressurreição. “É a ressurreição dos salvos. A Bíblia diz que é bem aventurado aquele que tem parte na primeira ressurreição (Ap 20.6). Esta é a ressurreição ‘para a vida eterna’ (Dn 12.2) e dos que fizerem o bem para a ‘ressurreição da vida’ (Jo 5.29)” (LIMA, 2016, p. 151). Ela ocorre em três fases distintas, a saber: (a) Primeira fase. Já ocorreu. Trata-se da ressurreição de Cristo (Mt 28.1-10; Mc 16.1-8; Lc 24.1-12; Jo 20.1-18) e de um grupo de santos que ressuscitaram com Ele (Mt 27.52,53); (b) Segunda fase. Ocorrerá no futuro, por ocasião do arrebatamento da Igreja, onde os santos do AT e NT hão de ressuscitar (1Co 15.23,24,51-53; 1Ts 4.16,17); e, (c) Terceira fase. Diz respeito a ressurreição as duas Testemunhas, durante a Grande Tribulação (Ap 11.11,12); aos mártires, no final da Grande tribulação (Ap 14.13-16; 15.2; 20.4) e também aos justos que hão de morrer durante o Milênio (Ap 20.12).

3.2 A Segunda Ressurreição. Abrangerá os ímpios, de todas as épocas. Ocorrerá após o Milênio, por ocasião do Juízo Final (Ap 20.5,11-15). “No Apocalipse, fica claro que haverá uma segunda ressurreição, que será para aqueles que passarão pela ‘segunda morte’, ou seja, os ‘perdidos’ ou ‘ímpios’ (Ap 20.6). O salvo só morre uma vez. Mas, o ímpio morre duas vezes: a morte física e a espiritual” (LIMA, 2016, p.151).

IV – O ESTADO FINAL DOS JUSTOS E ÍMPIOS

4.1 O Destino final dos justos. Por ocasião do Arrebatamento da Igreja, os justos que já morreram hão de ressuscitar, e se unirão aos vivos, que serão arrebatados (1Co 15.51-53; 1Ts 4.13-18). Eles serão conduzidos ao céu, onde participarão do Tribunal de Cristo (Rm 10.14; 2Co 5.10; Ap 22.12) e da celebração das Bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9). Depois, voltarão com Jesus à Terra, para participarem do Milênio (Ap 19.11-14; 20.1-6). Após o Milênio, habitarão na Nova Jerusalém (Ap 21,22), onde estarão, por toda eternidade, na presença do Deus Trino (Jo 14.1-3; 2Co 5.8; Fp 1.23; Ap 21.3); e estarão livres de todo sofrimento, pois, ali não haverá mais morte, nem clamor, nem dor (Ap 21.4); nem coisa alguma que contamine (Ap 21.8,27; 22.15).

4.2 O destino final dos ímpios. “O destino dos ímpios é estar eternamente separados de Deus e sofrer eternamente o castigo que se chama a segunda morte (Sl 9.17; Ap 2.11). Devido à sua natureza terrível, é um assunto diante do qual se costuma recuar; entretanto, é necessário tomar conhecimento dele, pois é uma das grandes verdades da divina revelação. O inferno é um lugar de: extremo sofrimento (Ap 20.10), onde é lembrado e sentido o remorso (Lc 16.19-31), inquietação (Lc 16.24), vergonha e desprezo (Dn 12.2), vil companhia (Ap 21.8) e desespero (Pv 11.7; Mt 25.41) (PEARLMAN, 2006, p. 297). O sofrimento será terrível (Mt 13.42,50; Mc 9.47,48; 25.30) e também eterno (Dn 12.2; Mt 7.13; 25.46).

CONCLUSÃO

Após a morte física, as almas dos homens vão para o Estado Intermediário, que já é um lugar de gozo para os salvos, e de tormentos para os pecadores. Os ímpios são conduzidos ao Hades, e, os justos ao Paraíso, onde aguardam a ressurreição. Após a ressurreição e o julgamento do Trono Branco, os ímpios serão lançados no lago de fogo. E os justos, depois de haverem ressuscitado, desfrutarão de uma eternidade feliz com Cristo.

REFERÊNCIAS

  • GILBERTO, Antônio. O Calendário da Profecia. CPAD.
  • LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de profecia Bíblica. CPAD.
  • PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. VIDA.
  • PFEIFFER, Charles F. et al. Dicionário Bíblico Wyclliffe. CPAD.
  • RENOVATO, Elinaldo. O Final de Todas as Coisas. CPAD.
  • STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
  • ZIBORDI, Siro Sanches. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.

Fonte: REDE BRASIL

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Lições Bíblicas Adulto – 2º Trimestre de 2016.

Título: Maravilhosa Graça

Subtítulo: O Evangelho de Jesus Cristo revelado na Carta aos Romanos

Comentário: Pr. José Gonçalves

Sumário

Lição 1 – A Epístola aos Romanos

Lição 2 – A Necessidade Universal da Salvação em Cristo

Lição 3 – Justificação, somente pela fé em Jesus Cristo

Lição 4 – Os Benefícios da Justificação

Lição 5 – A Maravilhosa Graça

Lição 6 – A Lei, a Carne e o Espírito

Lição 7 – A Vida Segundo o Espírito

Lição 8 – Israel no Plano da Redenção

Lição 9 – A Nova Vida em Cristo

Lição 10 – Deveres Civis, Morais e Espirituais

Lição 11 – A Tolerância Cristã

Lição 12 – Cosmovisão Missionária

Lição 13 – O cultivo das relações interpessoais

Novos céus e nova terra

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1º TRIMESTRE 2016

O FINAL DE TODAS AS COISAS

Esperança e glória para os salvos

COMENTARISTA: Pr. Elinaldo Renovato

LIÇÃO 12 – NOVOS CÉUS E NOVA TERRA – (Ap 21.1-5; 24-27)

INTRODUÇÃO

Nesta lição, veremos uma definição sobre o que é o futuro “estado eterno”; analisaremos biblicamente o que será o “novo céu e nova terra”; pontuaremos sobre qual será a condição do povo de Israel na eternidade, falaremos sobre os redimidos e o seu estado eterno; citaremos as características da Nova Jerusalém – a cidade celeste; e por fim, concluiremos vendo as características do perfeito e eterno estado com Deus.

I – O QUE É O ESTADO ETERNO

A expressão “eterno” vem do grego “aiõnios” que significa: “era, século, idade, aquilo que não tem fim” (VINE, 2002, p. 628). O Estado eterno é aquilo que não tem fim, é o estado de bem-aventuranças e inefáveis gozos a ser desfrutado pelos redimidos logo após a consumação de todas as coisas temporais e históricas (2Pe 3.13; Ap 21 e 22). O Estado Eterno, que será inaugurado logo após o Juízo Final, terá lugar nos Novos Céus e Terra, onde os salvos estarão a desfrutar do amor de Cristo pelos séculos dos séculos (ANDRADE, 2006, p. 171).

II – O QUE É O NOVO CÉU E NOVA TERRA

É a realidade que passará a existir após a consumação de todas as coisas pertinentes à dimensão material (Is 65.17; 66.22; 2Pe 3.7-10; Ap 21.1-3). A Bíblia não explícita se os novos céus e terra serão o resultado do reaproveitamento dos atuais. Em torno do assunto, há muita especulação. De uma coisa, porém, tenhamos certeza: os novos céus e terra serão uma realidade já antevista (Is 66.22). Segundo depreendemos de Apocalipse 21.2, os novos céus estarão interligados à nova terra, formando um todo harmonioso e sem igual. Será uma realidade jamais sonhada pelo ser humano. Uma realidade tão superior a esta dimensão (1Co 2.9). A nova terra será apropriada para a presença de Deus (ANDRADE, 2006, p. 118).

III – ISRAEL E O ESTADO ETERNO

Em muitas passagens da Bíblia (Is 65.17; 66.22; Hb 1.10-12; 2Pe 3.10-14; Ap 20.11; 21.1-4) está declarado que haverá uma nova terra e um novo céu, e que o povo terrestre, Israel, continuará para sempre na terra glorificada, que virá a existir (Is 66.22; Jr 31.36, 37), e que o reino davídico, que é terreno será centrado em Jerusalém e continuará para sempre (Is 9.6, 7; Dn 7.14; Lc 1.31-33; Ap 11.15). A glória eterna da terra é descrita (Ap 21.3, 4). O entendimento humano, acostumado como está à corrupção que se vê na terra, dificilmente pode compreender a ideia de uma nova terra “onde habita a justiça” (2Pe 3.13). Uma terra tão pura e santa e apropriada para a habitação de Deus. Deve haver uma nova terra eterna, porque Deus concedeu a Israel a promessa de uma posse eterna na terra (Dt 30.1-10). Está, além disso, declarado por Isaías que a nova terra e o novo céu superarão tanto o presente que as coisas de agora nunca mais serão lembradas (Is 65.17) (CHAFER, 2003, vols 3 e 4, p. 742).

IV – OS REDIMIDOS E O ESTADO ETERNO

Está claramente asseverado que o céu é “incomparavelmente melhor” do que a terra (Fp 1.23). É no céu que o filho de Deus será conformado à imagem de Cristo (Rm 8.29; Fp 3.20, 21; 1 Jo 3.1-3), e ele conhecerá então como Deus conhece agora, e os crentes estarão juntos com o Senhor (1Ts 4.16, 17). Deus criará uma nova ordem de seres humanos, através dos judeus e gentios. Esses compreendem que a nova criação reterá apenas uma pequena lembrança daquilo que eles foram. A cidadania deles terá sido mudada, seus corpos terão sido transformados, o ser total deles terá sido conformado à imagem de Cristo; aqueles que agora estão unidos a Cristo, então, estarão para sempre com Cristo em glória. Por estarem agora em Cristo, eles partilham daquilo que Ele é, e, por estarem casados com Cristo, compartilharão com Ele em todas as coisas (CHAFER, 2003, vols 3 e 4, p. 758).

V – A NOVA JERUSALÉM – A CIDADE CELESTE

Em adição a estas duas esferas de habitação “o novo céu e a nova terra” há uma cidade que três vezes é dita descer de Deus, do céu (Ap 3.12; 21.2,10). A conclusão natural é que, de algum modo, essa cidade é separada do novo céu do qual ela desce. Após o Juízo Final do Grande Trono Branco, o Universo dará lugar a esta nova realidade (2Pe 3.13; Mt 5.5), na qual haverá uma Santa Cidade (Hb 12.22; Ap 21.1-3), e ali Deus será tudo em todos (1Co 15.28). A esperança do cristão não está voltada para a Jerusalém terrestre, mas, para a celestial (Fp 3.20; Hb 11.13-16; 12.22) . Lá não existirá mais maldição (Ap 22.3; 21.4,27) (PENTECOST, sd, p. 568). Notemos algumas características desta cidade:

5.1 A Nova Jerusalém é santa (Ap 21.2,10). A palavra para “santa” no grego é “hagios” que é da mesma raiz de “hagnos” que significa fundamentalmente “separado”. Nesta cidade não haverá pecado, pois há uma separação do santo e do profano (Ap 21.2; 22.15).

5.2 A Nova Jerusalém tem a glória de Deus (Ap 21.11). A palavra para “glória” no grego é “doxa” que é aplicada para descrever a natureza de Deus em sua auto manifestação (Ap 21.11). Esta cidade será o tabernáculo de Deus com os homens (Ap 21.3).

5.3 A Nova Jerusalém tem iluminação própria (Ap 21.11). A sua luz desta cidade é semelhante a uma pedra preciosa. Iluminada pela glória de Deus, sua luz tem a resplandecência do jaspe. Não haverá mais templo, Sol, Lua e noite (Ap 21.22,23; 22.5). A existência de algum astro não fará sentido, pois a glória de Deus iluminará a Santa Cidade.

5.4 A Nova Jerusalém tem uma arquitetura própria (Ap 21.12-14). A cidade possui um grande e alto muro com doze portas sendo três de cada lado e nos fundamentos dos muros estão os nomes dos doze apóstolos. Na antiga cidade de Jerusalém, havia também doze portas, sendo, por assim dizer, uma cópia da Jerusalém celestial ( Hb 8.5; 9.23; Ap 21.12).

5.5 A Nova Jerusalém tem uma dimensão própria (Ap 21.16). O seu arquiteto e construtor é o próprio Deus (Hb 11.10). A cidade é quadrangular perfazendo um total de doze mil estádios de comprimento (Ap 21.16-21). Sua área total, pois, seria equivalente a metade do Continente Americano. A cidade será um perfeito cubo como o Santo dos santos. Por inferência, podemos dizer que a cidade será um imenso “Santos dos santos” (HORTON, 2001, pp. 305,06).

5.6 A Nova Jerusalém tem um tipo de material próprio (Ap 21.18). O livro do Apocalipse traz muitas alusões ao ouro. Mas, tudo nos leva a crer que o ouro ali descrito refere-se a um material desconhecido aqui na terra, de qualidade infinitamente superior, e que é descrito como ouro apenas para que possamos ter a ideia da beleza que está reservado para os salvos no futuro.

5.7 A Nova Jerusalém tem um reino próprio (Ap 22.5). O reino de Cristo não está limitado a mil anos, pois, Ele reinará para sempre (2Sm 7.13,15; Lc 1.32,33; Ap 11.15). O reino milenar se funde com o reino eterno, e então os santos são descritos reinando não apenas por mil anos, mas, continuam a reinar pela eternidade (Sf 3.20) (PENTECOST, sd, p. 573).

VI – AS CARACTERÍSTICAS DO PERFEITO E ETERNO ESTADO

Chegará de fato o fim do mundo (2Pe 3.7,10-12), que ensejará um novo início, o começo do “dia da eternidade” (Lc 20.35; 2Pe 3.18; Ap 21-22). Nos Novos céus e nova terra (Ml 4.1; 2Pd 3.7,10), o pecado terminará o seu curso. Os salvos já estarão glorificados e os perdidos estarão no seu lugar, no Inferno. Céus e terra serão renovados e tornar-se-ão como eram no princípio no Éden antes da queda (Gn 2.8). Então, Deus será tudo em todos (1Co 15.28), e para sempre continuará o eterno e perfeito estado e todas as coisas terão sido restauradas (At 3.21; Dn 7.18). As infinitas belezas celestiais irreveladas começarão a ser conhecidas (1Co 2.9) (GILBERTO, 2007, p 103). Vejamos:

6.1 A comunhão será perfeita (Ap 14.13; 19.1; 21.2,11; 22.4). Através da fé em Cristo, nós podemos desfrutar de uma comunhão com Deus já no presente século (1Co 1.9; Fp 2.1; 1Jo 1.3). Mas, no futuro, esta comunhão será ainda mais perfeita (1Co 13.12; 1Jo 3.2).

6.2 O conhecimento será perfeito (1Co 13.10,12; Cl 3.4). Devido às limitações humanas, todos necessitamos de estudos, pesquisas e de aprendizado. Até mesmo para conhecer “as coisas de Deus”, nós necessitamos, além da Bíblia, de livros e de tratados teológicos. Porém, no futuro, os mistérios de Deus serão revelados.

6.3 O serviço será perfeito. Ao contrário do que muita gente pensa, o céu não é um lugar de ociosidade. Aquele que colocou o homem no primeiro paraíso, e deu-lhe instruções para o lavrar e guardar (Gn 2.15), certamente não deixará o homem sem ter o que fazer no segundo paraíso: “… e os seus servos o servirão” (Ap 22.3).

6.4 A vida será perfeita e abundante (1Tm 4.8). Enquanto estivermos aqui no mundo, todos estamos sujeitos ao sofrimento (Jo 16.33). Na eternidade, os salvos estarão livres de todo sofrimento (Ap 21.4; 22.3; Rm 5.12; Is 35.10; 65.19). Ali não haverá mais morte (Ap 20.14; 21.4; 1Co 15.26,55; Ap 20.14).

6.5 Não haverá mais pecado, pecadores e maldição (Ap 21.17; 22.3). Nada que contamine e ninguém que cometa pecado entrarão na Santa Cidade (Ap 21.8; 22.15,). Somente os purificados pelo sangue do Cordeiro, inscritos no livro da vida, entrarão nela pelas portas (Ap 21.27; 22.14). O pecado, e a maldição decorrente dele (Gn 3.17; G1 3.13), serão, então, extinguidos, cumprindo-se plenamente o que está escrito em João 1.29.

6.6 Terá um governo e habitantes perfeitos (Ap 21.24-26). O seu governante é o próprio Deus na pessoa de seu amado Filho. Tudo será administrado com perfeição máxima. Os redimidos de todas as eras lá estarão. Ali, os patriarcas, profetas e apóstolos receberão elevadas distinções (Lc 13.28; Ap 21.14). As tribos de Israel serão igualmente honradas (Ap 21.12).

CONCLUSÃO

Vimos que uma das mais belas descrições do livro do Apocalipse foi a da “Nova Jerusalém” e dos “Novos Céus e Nova Terra”. Que possamos permanecer firmes até vinda do Senhor Jesus para que tenhamos acesso a essa Nova Cidade e a essa nova Terra futura que está preparada para os fiéis.

REFERÊNCIAS

  • LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. CPAD.
  • STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
  • ZIBORDI, Ciro Sanches. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.
  • ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. CPAD.

 

Fonte: REDE BRASIL

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