Educação Cristã, responsabilidade dos pais

        

“A Família Cristã no Século XXI: Protegendo seu Lar dos Ataques do Inimigo”

instrução

lição nº 8– EBD – CPAD – 2º trimestre de 2013

Sl 127:3-5a – “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão dum homem valente, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava”.
Isto hoje em dia foi mudado para:
“Eis que os filhos são um fardo da parte do Senhor, e o fruto do ventre deve ser uma forma de nos testar. Como fonte de um trabalho infindável e irritação contínua, assim são os filhos da mocidade. Infeliz o homem que escuta seu vizinho perguntar, “Todas essas crianças são seus filhos?”
OK, muitas crianças são rebeldes, desobedientes, sem respeito e sem modos.
O que está errado? Onde foi que perdemos a perspectiva de Deus?
Sl 127:1a – “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam…”
Lares estáveis e com sucesso são construídos por Deus. Ele é o arquiteto. Ele quer dizer o caminho (o como) e dar as ordens. Tudo o que Ele precisa são os operários (maridos, esposas e filhos) que estudem o projeto que está na Palavra, e então sigam suas instruções. Qualquer outro procedimento pode resultar em frustração e falha.
Então, aqui está o problema! Muitos lares se afastaram da direção de Deus e escolheram a direção do próprio homem (psiquiatras, psicólogos, educadores modernos, doutores, colunistas, psicopedagogos, etc). Muitos conselhos podem ser bons, porém, se partes do projeto são boas e outras são ruins, o resultado final, a construção, vai ser defeituosa ou fraca.
A Bíblia ainda é o melhor livro jamais escrito sobre criação de filhos. Precisamos descobrir o que ela diz e obedecer.
A situação é alarmante, muito se fala sobre os perigos de um lar infeliz, percebe-se os estragos já feitos nas notícias, e livros e reportagens tentam alertar e ajudar. Porém, a menos que as pessoas estejam dispostas a entregar seus corações e lares para o Senhor, isto pode ser muito pouco ou muito tarde.
Sl 127:1b – “…se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.”
Nenhuma cidade antiga estava segura, não importando a grossura de suas paredes ou o estado de alerta de seus vigias, a menos que o Senhor a estivesse protegendo. Assim, também nossos lares não vão estar seguros contra os ataques de Satanás a menos eles sejam conscientemente comprometidos com o Senhor, a menos que Ele tenha sido colocado no comando. Estas famílias, nas quais Jesus reina como Senhor nas vidas de cada membro, são aquelas que irão se destacar em amor, serenidade, felicidade, cuidado mútuo uns pelos outros, e a habilidade de se ajustar às pessoas fora de casa.
Porém, algumas pessoas pensam que existe uma outra forma de produzir lares felizes. “Trabalhe, trabalhe, trabalhe, tão duro quanto puder. Dê todas as coisas materiais deste mundo para as crianças. Talvez, isto vá fazê-las felizes.” E se o papai não conseguir ganhar dinheiro suficiente para isso, então lá vai a mamãe trabalhar também.
Sl 127:2 – “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem.”

Sl 37:25 – “Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão.”
A sociedade em que vivemos perverteu esta perspectiva. Nos vendem ilusões dia após dia, e o que importa é ter. Então, as crianças tem muitas coisas, mas não sabem quem são, ou porque elas estão aqui, ou o que elas devem realizar na vida. Muitas têm de tudo, mas nunca foram amadas, apreciadas, e aceitas. Elas são vazias e sozinhas no seu interior, porque ninguém realmente se importou com elas ou tentou compreendê-las. Elas nunca tiveram um relacionamento amoroso com seus pais. Muitas delas nem mesmo conhecem seus pais, e nem ligam mais. Seus pais também não as conhecem. Estavam muito ocupados fazendo dinheiro e se divertindo para prestar atenção no que seus filhos estavam falando.
Então, os filhos estão gritando por atenção, se relacionando com o primeiro que se importe com eles. Inclusive em lares cristãos. Eles são muito mais sensíveis as nossas atitudes para com eles do que imaginamos. E eles respondem de acordo com as mesmas atitudes, chamando a atenção de forma negativa.
Além disso, a época em que vivemos tem seus desafios;
– Secularização crescente.

– O problema da televisão (plim plim).

– O problema da Internet.

– Propaganda ou ataque sexual crescente.

– Manipulação de mentes por dinheiro, principalmente os adolescentes.
A respostaSl 127:3a – “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor…”
A palavra herança aqui significa uma dádiva por vontade do Doador. Cada criança nascida num lar cristão é um gracioso presente de Deus, um legado de amor do Senhor confiado aos nossos cuidados para ser amado, cuidado com carinho, provido e moldado apropriadamente para a Sua glória.
Sl 127:3b – “e o fruto do ventre o seu galardão.”
Galardão aqui significa algo dado livremente pela generosa decisão do Doador.
Uma boa oração: “Senhor, me ajude a ver meus filhos como um presente abençoado das tuas mãos.”
Porém, alerta, só porque coloquei uma criança no mundo, troquei suas fraldas, lavei mamadeiras, etc, não significa que receberei uma grande recompensa. Criar filhos, provavelmente, é uma das poucas tarefas do mundo em que o pagamento só é recebido, se o serviço for bem feito.
a) Recompensas negativas: (vergonha, tristeza, ódio, amargura e sofrimento)
Pv 10:1 – ” Um filho sábio alegra a seu pai; mas um filho insensato é a tristeza de sua mãe.”
Pv 15:20 – ” O filho sábio alegra a seu pai; mas o homem insensato despreza a sua mãe.”
Pv 17:25 – ” O filho insensato é tristeza para seu pai, e amargura para quem o deu à luz.”
Pv 29:15 – ” A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.”
b) Recompensas positivas:
Pv 29:17 – ” Corrige a teu filho, e ele te dará descanso; sim, deleitará o teu coração (dará delícias à tua alma).” Ou “Discipline o seu filho, e ele lhe dará felicidade e paz de espírito.”
Pv 23:24-25 – ” Grandemente se regozijará o pai do justo; e quem gerar um filho sábio, nele se alegrará. Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se aquela que te deu à luz.”
Mas, um dia, mais cedo do que imaginamos, eles se vão. E não vamos nos lembrar da bagunça, da confusão, dos momentos embaraçosos. Vamos apenas nos lembrar das horas alegres que passamos juntos. E vamos desejar que houvessem mais. Poderiam existir, se tivéssemos olhado para eles como uma benção do Senhor.
Sl 127:4a – “Como flechas na mão dum homem valente…”
Aqui, nossos filhos são comparados a flechas. Flechas são uma fonte de proteção, talvez na nossa velhice. Porém, flechas, diferente das espadas, podiam ir onde os guerreiros não podiam alcançar. Pois é assim com nosso filhos. De muitos lares de Deus, flechas alcançaram aos confins da terra, levando a mensagem do evangelho a corações enegrecidos pelo pecado.
Porém, flechas têm que ser feitas. Elas não acontecem simplesmente. Deus nos dá uma criança como um pedaço tosco de madeira e nos pede para conformá-lo. Então, nós talhamos, lixamos e polimos, transformando-o numa flecha, longa e forte.
Portanto, nossos filhos não são apenas uma herança. Eles são um depósito sagrado. Deus os empresta para nós por um tempo, para que os preparemos para Seu uso. Eles realmente pertencem a Ele, e seria melhor se reconhecêssemos isso o quanto antes, para estarmos mais atentos ao processo de conformação. Uma forma de reconhecer isso é dedicá-los ao Senhor.
1Sam 1:11 – “e fez um voto, dizendo: ó Senhor dos exércitos! se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida…”
Um alertaMt 18:5-6 “E qualquer que receber em meu nome uma criança tal como esta, a mim me recebe. Mas qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e se submergisse na profundeza do mar.”
Nossa responsabilidade é grande. É melhor afogar-se do que prejudicar a relação de uma criança com Jesus. Precisamos nos lembrar sempre de que as crianças não são brinquedinhos engraçadinhos, que gostamos de carregar e aprontar com belas roupinhas.
Um dia você vai estar diante de Deus para responder a seguinte pergunta: “O que você fez com as crianças que lhe confiei?”
Prometamos a Deus que com Sua ajuda nós iremos moldar essas vidas preciosas no tipo de pessoa que Ele quer que elas sejam.
Sl 127:5 – “Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, quando falarem com os seus inimigos à porta.”
Peça a Deus para ajudá-lo a ver seus filhos como uma preciosa herança, flechas para serem formadas, vidas para serem moldadas. Peça a Ele para manter seus olhos no potencial, ao invés de nos problemas e lhe dar a sabedoria necessária para esta grande tarefa.
As 4 responsabilidades dos pais:
Antes de começar:
Dt 6:4-7 – “Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”
O treinamento moral começa com os pais. Antes de ensinar aos filhos, as palavras deverão estar em nossos corações. Se os princípios de conduta moral não residem no seu próprio coração, não há como transmiti-los a seus filhos.
1) 1 Tim 5:8 – “Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo.”
É preciso suprir as necessidades físicas dos filhos, ou seja, cuidar deles. Isso inclui: alimentação adequada, vestuário, higiene e limpeza, saúde, descanso, exercícios físicos, vacinações, dentes, curativos em ferimentos, sua visão, sua fala, etc…
2) Tito 2:4 – “…para que ensinem as mulheres novas a amarem aos seus maridos e filhos”
1Co 13:1-8 – “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba”
É preciso aprender a amar seus filhos. O amor não é uma emoção ou um sentimento ou uma simples afeição (embora ela exista e tenhamos que demonstrá-la). O amor busca os melhores interesses do ser amado, quaisquer que sejam as emoções do momento.
Durante os anos nosso amor pode sofre variações, passando de indiferença até forte afeição. Teremos raiva, frustração, cansaço, desprazer, prazer, orgulho, constrangimento. O importante é que isso não significa nem a essência do amor e nem a ausência dele. O amor é um tipo de comportamento, uma ação, em relação a determinada pessoa. Mesmo quando nos sentimos irritados, podemos fazer o que é melhor para o bem da criança.
A maneira de amar um pequeno de dois anos é diferente do amor que damos a um adolescente. Por isso, é importante manter sempre uma atitude de aprendizado e pensar: “Estou sempre aprendendo a amar meus filhos.”
Linguagens de amor: (identifique a sua e a da seus queridos)(formas de dizer “eu te amo”)
● Palavras de encorajamento: edificar os outros através de encorajamento verbal. “Você é tão paciente!”, “Esse vestido está lindo!”. Palavras sinceras de elogio e reconhecimento;
● Ações de serviço: fazer algo especial pelo outro que você sabe que ele vai gostar. Também, algo não esperado. Lavar a louça, trazer um copo d’água, ajudar na limpeza, ajudar nos estudos, etc;
● Dar presentes: o valor está no que representa e é algo simples. Comunica “estive pensando em você!”
● Tempo de qualidade: é necessário se dedicar a outra pessoa, ouvindo-a atentamente e dando-lhe uma resposta adequada àquilo que está sendo dito. Significa uma comunicação profunda, dar atenção e não precisa necessariamente ser demorada;
● Toque físico e proximidade: segurar as mãos, colocar um braço em volta do ombro, abraçar, beijar, ou apenas ficar próximo um do outro.
3) Ef 6:4 – “E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação (instrução) do Senhor.”
A exortação é para seguirmos o exemplo de Deus na criação de nossos filhos. O treinamento que dermos a nossos filhos deve ser “do Senhor”. O Senhor tem que ser o princípio guia do treinamento. Ele pertence a Ele e é para ser administrado por Ele. E é o mesmo treinamento que Ele nos dá, e devemos aplicá-lo também aos nossos filhos com a Sua direção, através do Seu poder, debaixo da Sua autoridade e respondendo a Ele.
Portanto, nós lidamos com nossos filhos assim como o Senhor lida conosco. Ele é o nosso modelo. Então, devemos procurar na Palavra comoDeus lida com seus filhos.
Disciplina significa estabelecer objetivos para nossos filhos, ensiná-los estes objetivos, e então, pacientemente, mas persistentemente, guiá-los para estes objetivos. Disciplina não significa apenas correção, é muito mais que isto; é estabelecer um curso, guiá-los por este curso, e firmemente porém amavelmente, trazê-los de volta para este curso quando eles se extraviarem.
A disciplina do Senhor também significa que nossos filhos precisam de um ambiente onde haja o calor do amor de Deus, a água do Espírito Santo e o alimento da Palavra de Deus, tal como uma plantinha frágil que precisa estar num ambiente onde haja calor, água e alimento. A palavra disciplina, neste contexto, significa que a criança deve sentir-se cercada pelo terno amor de seu Pai celeste.
É bom lembrar que disciplina e admoestação do Senhor não implicam em encher a cabeça deles de religião, nem em dar uma enfadonha aula diária de instrução doutrinária. O melhor modo de se ensinar uma criança a amar e servir a Deus é proporcionar-lhe uma atmosfera de amor, num cenário de felicidade e tranqüilidade.
A admoestação também é necessária e tem a ver com o ensino que se processa nesse ambiente de disciplina. Ela significa uma instrução verbal, formal ou informal e implica em se ensinar as crianças tanto as belas e positivas promessas da Bíblia, assim como as advertências de ordem negativa, que nos atemorizam. Sem essas informações o ambiente não vale de nada e vice-versa. Devemos desejar que nossos filhos tenham uma terna e calorosa comunhão com Jesus e não apenas fiquem sabendo a respeito de Deus.
Portanto, é preciso ensinar os filhos a conhecerem e a servirem a Deus, num ambiente de amor. Se ficarmos, constantemente irritando nossos filhos, este ambiente não existirá.
Alguns objetivos bíblicos para realizar com nossos filhos:
Conduzi-los ao conhecimento da salvação em Jesus Cristo: deve ser no Seu tempo perfeito, mas não podemos esperar que eles sejam tudo o que Deus quer a menos que recebam uma nova natureza do alto;
Conduzi-los a um comprometimento total de suas vidas a Cristo: queremos que as suas decisões sejam feitas de acordo com a Sua vontade, compartilhe cada detalhe de suas vidas com Ele em oração, e aprendam a confiar nEle em cada experiência. Perguntar primeiro o Deus deseja de nós é um hábito que deve ser cultivado. O tempo de começar com isso é bem cedo na vida da criança;
Construir a Palavra de Deus nas suas vidas: nossa tarefa é ensiná-la à eles fielmente, relacionar a ela circunstâncias da vida, e ser um exemplo de conformidade com ela;
Ensiná-los uma obediência imediata e alegre, e respeito pela autoridade: ao desenvolver uma fácil submissão à nossa autoridade, estamos procurando incutir um respeito por toda a autoridade constituída, como as escolas, o governo, e também a autoridade de Deus. Submissão a autoridade é a base para uma vida feliz e pacífica em nossa sociedade;
Ensiná-los auto-disciplina: a vida mais feliz é a vida controlada, particularmente em áreas tais como comer, dormir, sexo, cuidado com o corpo, uso do tempo e dinheiro, e desejo pelas coisas materiais;
Ensiná-los a aceitar responsabilidades: responsabilidade em realizar as tarefas pedidas a eles alegremente e eficientemente, responsabilidade com o cuidado apropriado de seus pertences, e responsabilidade pelas conseqüências de seus atos;
Ensiná-los os traços básicos do caráter Cristão: tais como honestidade, diligência, falar a verdade, justiça, não ser egoísta, bondade, cortesia, consideração, amizade, generosidade, retidão, paciência, e gratidão.
4) Pv 22:6 – “Instrui (ensina) o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”
É preciso prepará-los para vencer na vida.
Note que o versículo não diz: “Diga à criança qual é o caminho que deve seguir…”; não. Ali diz: “Ensina à criança…” É possível uma pessoa dizer uma coisa a uma criança, e ao mesmo tempo estar ensinando outra bem contrária.
Existe aqui uma lei de causa e efeito. É semelhante ao princípio de “colher o que se semeia”. Para um lar cristão pode ser uma promessa ótima, porém para os que não temem a Deus é uma ameaça aterrorizante.
O aprendizado da criança é feito, em cada lar, de cinco maneiras, para o bem ou para o mal. Trata-se de cinco coisas que estamos sempre fazendo. Estas são as ferramentas que formam os hábitos, atitudes e a vida de uma criança. É a maneira como manejamos essasferramentas que determina o que lhes ensinamos.
Deve-se ensinar as crianças através de:
Exemplo: “as palavras convencem, os exemplos arrastam”. Exemplo do jovem com cigarro;
Incentivo: que tipos de atos e atitudes estou incentivando, e que tipos não, com meus elogios e palavras de apreciação? Cuidado com palavreado negativo, faça a transição para o positivo;
Explicações: é preciso fornecer a razão das coisas, os porquês, pois isto instrui o coração. Não responder nada é dar uma explicação. Falar a verdade sempre;
Experiências: aprender com os acontecimentos negativos e positivos. Usar as circunstâncias para aprendizado. Por exemplo, desobediência traz conseqüências, existem perigos e prazeres, aprender a confiar e a temer, a absorver decepções, saber que nem todos gostam de nós;
Correções: são o último item e aplicados mais nos primeiros anos. Não são a única ferramenta, pois as outras lhe antecedem, porém alguns acham mais fácil por preguiça. Correção nem sempre é castigo físico, as vezes basta uma palavra, outras vezes basta privar a criança de privilégios, botar para pensar, isolá-lo no quarto.

Fonte: Montesião.pro – Roberto Rinaldi

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