ADMINISTRANDO AS DÍVIDAS

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Lidando com as aflições das dívidas

Não levantarão, pois, todos estes contra ele uma parábola e um provérbio sarcástico contra ele? E se dirá: Ai daquele que multiplica o que não é seu! (até quando?) e daquele que carrega sobre si dívidas! Habacuque 2:6

Muitas vezes a escassez advém de desequilíbrio na família, no tocante ao consumismo. O mal de muitos é não saber distribuir, é não ter método no gastar. Se tem muito, gastam tudo; quando não tem bastante, tomam emprestado. Por isso a vida financeira de muitos evangélicos é uma pedra de tropeço diante dos incrédulos. Sejamos cuidadosos na maneira de gastar o nosso dinheiro, busquemos a direção do Senhor de nossas vidas, para que ele nos ensine a usar o pouco que nos foi entregue. Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (ler Gn 41:35,36; Pv 21:20). Fuja das dívidas! Evite o desperdício e o supérfluo. Gaste somente o necessário, dentro da sua capacidade financeira! Liberte-se do consumo irresponsável! Viva dentro do orçamento cabível e, se for possível, reserve um pouco para imprevistos, que sempre aparecem.

Inventário – A primeira coisa a fazer é alistar em uma folha todas as suas dívidas, valores e vencimentos. Não fique com vergonha de nominá-las e tenha a certeza de que tão somente em fazer isto, você já está dando um grande passo para a vitória. Quanto você deve, para quem, até quando? Responda a estas perguntas com exatidão. Evite ser vago, coisas como: “eu devo mais ou menos tanto.”

Cartão de Crédito – Outra amenidade dos dias modernos. As lojas incentivam o uso do “dinheiro plástico” em todas as compras. A impulsividade nos leva a comprar até o que não queremos. O pior se dá quando chega o extrato do cartão. A gente se arrepende de ter ido àquele restaurante, da calça que não tinha necessidade, da bolsa que estava em grande liquidação. O melhor remédio para o uso desenfreado do cartão é a tesoura. Corte-o bem no meio e assim você não passará mais pela tentação de usá-lo.

Prestações – Eu sei que muitas vezes é mais fácil comprar em suaves prestações do que a vista. Veja, porém, se no seu orçamento você pode acomodar as prestações mensais. Se você têm que cortar alguma coisa durante aquele período para pagar esta nova prestação, saiba exatamente de onde é que o dinheiro virá. As suaves prestações podem vir a ser tremendos pesadelos. Não seja

também inocente em pensar que os logistas não imbutem juros nas prestações. Uma opção é ver o preço a vista e depositar em poupança até que você tenha o valor suficiente para efetuar a compra.

Empréstimos – Evite ao máximo fazer empréstimos, e tome a firme posição de nunca Se envolver com agiotas, pois eles farão de tudo para receber o dinheiro que lhes pertencem e você não terá um minuto de folga até pagar o último centavo. Lembre-se de Provérbios 22.7, “O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta.” Se você é cristão, evite emprestar dinheiro dos membros da sua igreja. Creia-me que quando você fizer isto, você estará constrangendo muita gente, inclusive a liderança da igreja, pois se algo acontecer e você não puder pagar, a situação será bem desagradável.

Tendo feito o exercício acima, você deve planejar imediatamente como saldar os seus compromissos. Uma conversa com os seus credores deve fazer parte deste plano. Você tem como escapar de uma vida financeira atrapalhada, mas para isso você tem que ter humildade para reconhecer que necessita da graça e do poder de Deus para a sua vida. Atitudes drásticas são melhores do que um adiar constante e dos panos quentes que você tem colocado para remediar a situação. Inicie hoje, em sua vida, um processo de libertação deste senhor que tem lhe escravizado por tanto tempo!

Gaste com Sabedoria

Pv 3:9a; Pv 21:5,20; Mt 6:31-33; 1Tm 5:8; 1Tm 6:7-8; Lc 14:28-30

Honre o Senhor com todos os seus recursos…” (Pv 3:9a). Este versículo auxilia o Mordomo Fiel a encontrar o equilíbrio nesta área de gastos. Você está honrando ao Senhor com tudo o que possui?

Analisando os hábitos de consumo de muitas pessoas, veja o que alguém constatou:

“É comum, atualmente, as pessoas comprarem coisas de que não precisam, com o dinheiro que não têm,

para impressionar pessoas das quais nem ao menos gostam”.

Isso é gastar com sabedoria? É evidente que não. Gastar com sabedoria significa gastar menos do que se ganha, para suprir necessidades suas e da família (1Tm 5:8), sabendo distinguir necessidades de desejos. É importante enfatizar que as necessidades que Deus promete suprir aos seus filhos (Fp 4:19) são aquelas que Ele determina como necessidades (Mt 6:31-33; 1Tm 6:7-8), e não as que a nossa sociedade de consumo determina. O Mordomo Fiel busca a sabedoria e o discernimento ao gastar dinheiro, pois está consciente de que a nossa sociedade de consumo é especialista em, continuamente, criar novas necessidades, que na verdade, não são necessidades reais.

Gaste menos do que você ganha.

Gaste menos do que você ganha. Esse é o mais básico princípio de administração financeira pessoal.

Simples. Óbvio. Fácil de entender. Mas, infelizmente, deliberadamente ignorado por muitos. Se uma pessoa gasta menos do que ela ganha, significa também que ela não está fazendo dívidas e está economizando uma parte dos seus rendimentos. Assim, aplicando apenas esse princípio, uma pessoa certamente estaria livre da maioria dos problemas financeiros que podem alcançá-la.

Você quer estar livre de problemas financeiros? Se tão-somente você aplicasse esse princípio…

Na casa do sábio há comida e azeite armazenados, mas o tolo devora tudo o que pode (Pv 21:20).

Freie (neutralize) o seu “impulso consumista”. Mesmo que você tenha dinheiro disponível, isso não significa que você precisa gastá-lo. É necessário aprender a controlar esse impulso. O fruto do espírito chamado domínio próprio (Gl 5:23) não é para ser demonstrado apenas na área moral, sexual e emocional, mas também em relação às finanças. Para controlar os desejos de consumo é necessário domínio próprio, talvez mais que em outras áreas.

Evite, ao máximo, compras a crédito. Comprar a prazo significa que você está gastando o dinheiro que ainda não ganhou. NÃO faça dívidas. Você está comprometendo a sua renda futura.

Jamais compre algo por status e seja satisfeito com o que você tem. É interessante observar como as pessoas gostam de se comparar. Mais interessante ainda é perceber como elas normalmente se comparam com quem tem mais. Comece a se comparar com quem tem menos do que você, então você aprenderá a ser grato e contente pelo que possui (1Tm 6:6-7), ao invés de ficar reclamando e murmurando por aquilo que não tem. Comprar por status, muitas vezes coisas supérfluas, é uma das principais causas pelas quais as pessoas envolvem-se em dívidas. Exercite a humildade e viva com simplicidade: esse é o padrão bíblico (Fp 2:3).

Antes de comprar algo, faça a si mesmo perguntas como estas:

a) É realmente necessário e útil ou totalmente supérfluo?

b) Haverá despesa de manutenção? Posso suportar tal despesa?

c) Quanto tempo preciso trabalhar? d) Quanto esforço preciso fazer para ganhar tal quantia?

e) Os benefícios compensam o esforço que fiz para conseguir o valor do bem?

f) Há algo mais importante onde devesse gastar (ou investir) este dinheiro? g) É desejo ou necessidade?

Evite Dívidas

Dt 15:4-6; Dt 28:1-2,12; Dt 28:15,43-45; Pv 22:7; Rm 13:8; Sl 37:21; Pv 6:1-5; Pv 22:26-27; 1Tm 6:6-8

Infelizmente, é incomum as pessoas conterem seu impulso consumista e planejarem os seus gastos.

Enganadas ou incentivadas pela propaganda, simplesmente saem comprando e depois é que começam a pensar como é que vão pagar. Acabam comprometendo a sua renda com as dívidas. Adquirem o péssimo Hábito da Dívida, ou seja, tudo o que elas compram, compram a prazo.

Hábito da Dívida

Primeiro comprar, depois pagar.  Gastar o que ainda não ganhou

É possível que chegue a 80% o percentual da população do nosso país que administra o seu dinheiro desta forma, e que, por isso, tem de enfrentar os problemas financeiros decorrentes disso.

Especialistas financeiros calculam que pelo menos 25% da renda das pessoas que administram o seu dinheiro desta maneira (o equivalente a 3 meses por ano) vai embora através do pagamentos de juros.

Nesta questão, a Bíblia também é objetiva, simples e direta:

Não devam nada a ninguém…” (Rm 13:8a).

O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta” (Pv 22:7).

Muitas pessoas ignoram essas instruções e preferem viver endividadas, envolvidas pelo ciclo vicioso da dívida. Antes de terminar de pagar as prestações de uma dívida, já fazem uma dívida nova. Estão realmente escravizadas.

Veja algumas razões para não ter dívidas:

1. Você pode perder a sua renda. Seu emprego e sua remuneração não são eternos. Se você vive endividado, no Hábito da Dívida, mais cedo ou mais tarde é extremamente provável que você vai ter de enfrentar problemas financeiros.

2. Você pode ficar inadimplente. Se por algum motivo pagamentos forem atrasados e houver inadimplência, o cobrador começar a bater à porta ou o nome do devedor for inscrito no cadastro do SPC ou da SERASA (sistemas de proteção ao crédito), será que seria possível dormir tranqüilo? Será que isso causaria transtornos no lar? Sabemos que problemas relacionados às finanças provocam muitos desentendimentos familiares e estão entre as principais causas de divórcios.

3. Os juros são altíssimos. Ao fazer dívidas, você estará pagando juros muito altos, então boa parte do seu esforço no trabalho será para pagar juros, ou seja, dinheiro que você está jogando fora.

4. Dívida é escravidão. “O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta” (Pv 22:7).

Dívida é escravidão.

5. Dívida é maldição. Você já ouviu alguém dizer: “Como eu sou abençoado, estou cheio de dívidas”?

A dívida aproxima maldições, e não bênçãos, para a vida de uma pessoa.

Dívida é maldição.

Você quer se livrar das dívidas?

Estude e medite no texto de 2Reis 4:1-7, e veja quais princípios extraídos da experiência da viúva você poderia aplicar à sua situação atual.

Dívidas planejadas, mas, mesmo assim, não recomendadas.

Em alguns poucos casos, talvez pudéssemos considerar a possibilidade da dívida, como na compra de um imóvel, por exemplo, se for com minucioso planejamento. Mas esteja atento: é comum ouvirmos que pagar aluguel é jogar dinheiro fora, mas isso não é necessariamente verdade, pois pagar juros de financiamento pode ser mais caro do que pagar aluguel.

Portanto, muito cuidado com financiamento imobiliário ou consórcio, pois pode ser um péssimo negócio. Não assine o contrato sem antes buscar conselhos consistentes, calcular cuidadosamente e verificar as implicações das prestações no seu orçamento, para que isso não tire a sua tranqüilidade e não seja uma maldição para você e seus próximos.

Fiança

Por que existe fiança? Isso mesmo, fiança só existe por que existe dívida e por que o credor não pode confiar nem ter certeza de que vai receber o seu dinheiro de volta.

Leia, na Bíblia, Provérbios 6:1-5 e veja o que é dito a um fiador, para que se esforce a se livrar do seu compromisso, caso já o tenha assumido. Tanta ênfase é dada porque realmente a possibilidade de ter de pagar a dívida do devedor original é muito grande.

Veja outro conselho em Pv 22:26-27:

Não seja como aqueles que, com um aperto de mãos, empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?“.

Ou seja, a menos que você tenha os recursos necessários e, de antemão, esteja disposto a pagar a dívida do devedor, fuja de ser fiador.

Os textos bíblicos acima que falam sobre fiança também tem muito a dizer a quem quer tomar dinheiro emprestado. Se alguém que pensa entrar em dívidas prestar atenção a isso, facilmente vai concluir que também não pode ter certeza alguma de que vai conseguir pagá-las. Logo, é muito grande a probabilidade de que terá de enfrentar as conseqüências de problemas financeiros em sua vida.

Bibliografia

 Barro, A. Carlos – Até que o dinheiro nos Separe

Apostila Finanças Pessoais

Blog EBD

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